Antes de Heleno, STF concedeu prisão domiciliar humanitária para 20 e negou para 17, inclusive Bolsonaro
O STF concedeu prisão domiciliar humanitária a 21 condenados, incluindo o general Augusto Heleno, e negou a 17, como Jair Bolsonaro, em decisões que analisam casos de saúde e idade, muitas vezes sem previsão legal específica.
|
23/12 às 11:06
Pontos principais
- O STF concedeu prisão domiciliar humanitária a 21 condenados e negou a 17, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, segundo levantamento do g1.
- A prisão domiciliar humanitária não tem previsão legal, sendo concedida excepcionalmente para presos com doenças graves, principalmente em regime fechado.
- Dos 21 beneficiados, 15 são idosos e todos alegaram problemas de saúde; o general Heleno, 78 anos, alegou Alzheimer.
- O ministro Alexandre de Moraes, relator da maioria dos casos do 8 de janeiro, concedeu o benefício a 17 e negou a 15, incluindo Bolsonaro.
- Casos como o de Adalgisa Marisa Dourado e Vildete Ferreira da Silvia Guardia mostram concessões mesmo com laudos indicando capacidade de tratamento prisional.
- O ex-deputado Nelson Meurer, condenado no Mensalão, teve o pedido negado e morreu de Covid-19 na prisão, apesar de ser grupo de risco.
- Juristas destacam que a análise é particular e depende da capacidade do Estado em prover cuidados de saúde adequados na prisão.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Augusto HelenoJair BolsonaroAlexandre de MoraesPedro KenneAdalgisa Marisa DouradoVildete Ferreira da Silvia GuardiaIraci Megumi NagoshiNelson MeurerEdson FachinLuís Roberto BarrosoRosa WeberPaulo FeijóJosé GenoínoRoberto JeffersonFernando Collor
Organizações
STFg1PLUFRGSCNJ
Lugares
BrasilFrancisco Beltrão
