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Alckmin: parceria entre Brasil e Rússia é expressiva, mas modesta diante do potencial

5 de fevereiro, 2026 às 12:35
InfoMoney

Resumo

Geraldo Alckmin destacou que a parceria comercial entre Brasil e Rússia, embora expressiva, ainda está aquém do seu potencial e pode ser ampliada em diversos setores, impulsionada por interesses estruturais e a política de neoindustrialização brasileira.

Pontos principais

  • O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que parcerias sólidas entre países dependem de interesses estruturais, não apenas da conjuntura mundial.
  • Ele discursou na VIII Reunião da Comissão de Alto Nível Brasil-Rússia (CAN), ressaltando o potencial de crescimento do comércio bilateral.
  • Alckmin descreveu Brasil e Rússia como economias de grande escala com ampla base produtiva, recursos naturais e capacidade tecnológica.
  • O comércio bilateral atingiu US$ 11 bilhões em 2025, um valor considerado expressivo, mas modesto diante das capacidades de ambos os países.
  • O Brasil busca uma política de neoindustrialização, visando uma indústria mais verde, digital e integrada às cadeias de valor internacionais.
  • Há oportunidades para empresas brasileiras na Rússia em alimentos processados, máquinas, equipamentos e tecnologia agrícola.
  • Alckmin também apontou oportunidades para investimentos russos no Brasil em química, fertilizantes, energia e infraestrutura.

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Entidades mencionadas

Pessoas
Geraldo Alckmin (vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços)
Organizações
Comissão de Alto Nível Brasil-Rússia (CAN)
Lugares
Brasil
Rússia