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Alckmin: houve percalço no acordo Mercosul-UE, mas Brasil vai acelerar sua parte

28 de janeiro, 2026 às 09:24
InfoMoney

Resumo

Geraldo Alckmin reconhece um "percalço" no acordo Mercosul-UE devido a uma questão jurídica, mas garante que o Brasil acelerará sua parte para a internalização do tratado, destacando o potencial de aumento do comércio digital e oportunidades em minerais estratégicos.

Pontos principais

  • Geraldo Alckmin, presidente em exercício, admitiu um "percalço" jurídico no acordo Mercosul-UE.
  • O Parlamento Europeu solicitou um parecer jurídico sobre a conformidade do acordo, paralisando sua implementação.
  • Alckmin afirmou que o Brasil vai "acelerar" sua parte e que o presidente Lula encaminhará o acordo ao Congresso Nacional.
  • Um acordo de adequação de dados pessoais entre Brasil e UE deve impulsionar o comércio digital.
  • O acordo Mercosul-UE é visto como uma fonte de oportunidades de negócios bilaterais, incluindo terras raras e minerais estratégicos.
  • Alckmin destacou a vocação de Brasil, Mercosul e União Europeia para trabalharem juntos.
  • Foi feito o reconhecimento da reciprocidade de padrões de proteção de dados pessoais entre Brasil e UE, criando um marco jurídico de confiança.

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Entidades mencionadas

Pessoas
Geraldo Alckmin (presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio)
Lula (presidente)
Organizações
Mercosul
União Europeia
Parlamento Europeu
Tribunal de Justiça da União Europeia
Congresso Nacional
Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom)
Lugares
Brasil