Historicamente, a WSL tem sido um dos principais caminhos para a qualificação olímpica no surfe. Nos Jogos de Tóquio e Paris, o circuito de elite da WSL classificou um total de 18 atletas (oito mulheres e dez homens). Essa distribuição permitia que países como o Brasil, com forte presença no top-10, classificassem múltiplos atletas. Por exemplo, no cenário anterior a Los Angeles 2028, Yago Dora e Ítalo Ferreira, ambos brasileiros no top-5 masculino, estariam classificados para os Jogos Olímpicos via WSL.
Contudo, a Associação Internacional de Surfe (ISA) anunciou uma reestruturação para os Jogos de Los Angeles 2028. A principal alteração é a diminuição do número total de vagas olímpicas provenientes do ranking da WSL, que passará a oferecer apenas dez vagas no total (cinco masculinas e cinco femininas), com um limite rigoroso de um atleta por país. Essa mudança visa diversificar as vias de qualificação, aumentando a importância de outros eventos, como os Jogos Mundiais de Surfe da ISA e torneios continentais, como os Jogos Pan-Americanos.