No final de janeiro de 2026, a cidade de Congonhas, em Minas Gerais, foi palco de uma sequência de vazamentos em minas. Os dois primeiros incidentes, ocorridos em 25 e 27 de janeiro, foram registrados em áreas sob controle da mineradora Vale. Em 28 de janeiro, um terceiro vazamento foi confirmado, desta vez no dique de Fraile, localizado na mina Casa de Pedra, de propriedade da CSN. Este último foi identificado durante as fiscalizações realizadas em decorrência dos vazamentos anteriores.
Segundo a prefeitura de Congonhas, o vazamento na mina da CSN foi caracterizado pelo carreamento de resíduos por enxurrada, atribuído a deficiências nos sistemas de drenagem das vias internas da mineradora. O material foi direcionado para o Rio Maranhão. Apesar dos incidentes, as autoridades confirmaram que não houve rompimento das estruturas das minas. O órgão municipal classificou o incidente na mina da CSN como um "dano ambiental moderado" e notificou a empresa para que tomasse as providências necessárias. O Governo de Minas Gerais também anunciou que multaria a Vale pelos vazamentos ocorridos em suas áreas.