O Inquérito das Fake News foi instaurado pelo STF em 2019 para investigar a disseminação de notícias falsas e ameaças contra membros da Corte. Em fevereiro de 2026, uma operação da Polícia Federal (PF) realizou buscas e apreensões contra servidores acusados de acessar ilegalmente informações de ministros do STF e seus familiares. Após essa operação, o presidente da Unafisco, Kleber Cabral, concedeu entrevistas à imprensa criticando as ações da PF. Em resposta, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF, determinou que Cabral prestasse depoimento como investigado. O depoimento ocorreu por videoconferência em 20 de fevereiro de 2026 e teve seu teor mantido sob segredo de Justiça. A Receita Federal, por sua vez, esclareceu que as buscas da PF se basearam em informações fornecidas pelo próprio órgão.