Síndrome de Havana
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A Síndrome de Havana é um conjunto de sintomas neurológicos e sensoriais inexplicáveis, incluindo dores de cabeça, tontura, náuseas e dificuldades cognitivas, que foram inicialmente relatados por diplomatas e agentes de inteligência dos Estados Unidos e Canadá em Havana, Cuba, a partir de 2016. Embora a causa exata permaneça desconhecida, investigações têm explorado a possibilidade de ataques direcionados usando energia pulsada, como micro-ondas.
A Síndrome de Havana ganhou destaque em 2016, quando funcionários do governo dos EUA e Canadá em Cuba começaram a relatar uma série de sintomas incomuns. Desde então, casos semelhantes foram relatados por diplomatas e espiões norte-americanos em várias partes do mundo. Em 2026, um incidente na Noruega trouxe novas discussões sobre a síndrome. Um cientista do governo norueguês, durante um experimento com um dispositivo emissor de micro-ondas, desenvolveu sintomas neurológicos análogos aos da Síndrome de Havana. A Noruega informou a CIA sobre o ocorrido, o que levou a visitas de autoridades do Pentágono e da Casa Branca. Embora os resultados do teste não tenham provado que diplomatas foram alvos de adversários estrangeiros, eles demonstraram que dispositivos de energia pulsada podem afetar a biologia humana.