Lula, como figura pública e chefe de estado, tem sua saúde monitorada. Em 2020, o presidente passou por uma cirurgia de catarata no olho direito. Quatro anos depois, em 2026, foi agendado um novo procedimento para o olho esquerdo. Os exames pré-operatórios para esta segunda cirurgia foram realizados em 29 de janeiro de 2026, em Brasília, confirmando a necessidade e a data do procedimento para o dia seguinte. A cirurgia de catarata no olho esquerdo foi realizada em 30 de janeiro de 2026, transcorrendo sem intercorrências. Em 31 de janeiro de 2026, o presidente realizou exames pós-operatórios na clínica Mirar Oftalmologia em Brasília, e o Planalto informou que a evolução do quadro era "satisfatória", dentro do esperado para o período. Lula recebeu alta hospitalar na sexta-feira, 30 de janeiro de 2026, e foi liberado para retornar às atividades habituais em 2 de fevereiro de 2026, quando deverá participar da sessão solene de abertura do ano Judiciário. Durante o final de semana, o presidente permaneceu na Granja do Torto, uma das residências da Presidência da República, com o acompanhamento das equipes lideradas pelos médicos Roberto Kalil Filho e Ana Helena Germoglio. A catarata é um processo natural de envelhecimento que causa a opacificação do cristalino, a lente natural do olho, resultando em visão embaçada. A cirurgia consiste na substituição do cristalino opaco por uma lente artificial transparente.
Em outubro de 2024, Lula sofreu uma queda em sua residência, resultando em um hematoma subdural. Em dezembro do mesmo ano, exames de imagem detectaram uma hemorragia intracraniana, levando à necessidade de uma craniotomia para drenagem do hematoma. A cirurgia foi realizada com sucesso no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Em janeiro de 2025, um novo boletim médico do Hospital Sírio-Libanês indicou uma nova redução da coleção e melhora progressiva no quadro de saúde do presidente, que foi liberado para retomar sua rotina habitual, incluindo viagens e atividades físicas, mas permanecendo sob acompanhamento médico.
Em maio de 2025, o presidente sentiu-se mal devido a um episódio de labirintite e foi levado à unidade do Sírio-Libanês em Brasília para exames. Os resultados dos exames de imagem e de sangue estavam dentro da normalidade, e ele foi medicado para controlar a vertigem, trabalhando do Palácio do Alvorada. Em fevereiro de 2025, exames de check-up anual apontaram que sua saúde estava ótima.