Processo Judicial Maduro EUA
Atualizado com detalhes da operação militar de 03/01/2026, incluindo o número de mortes e a prisão de Maduro em Nova York. Adicionada a seção de Repercussão Internacional, detalhes sobre a concessão de 50 milhões de barris de petróleo e novos atores como Marco Rubio, Jorge Rodríguez e Diosdado Cabello.
O Processo Judicial Maduro EUA refere-se a uma ação legal movida nos Estados Unidos contra o ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro. Ele é acusado de narcoterrorismo, corrupção e de chefiar o Cartel de los Soles. Em 3 de janeiro de 2026, a situação escalou de um processo judicial para uma operação militar de elite que resultou na captura de Maduro em Caracas. Atualmente, o ex-líder venezuelano encontra-se detido em uma penitenciária em Nova York.
O processo contra Maduro envolve acusações de que ele liderava uma organização criminosa voltada ao narcotráfico. Em agosto de 2025, as tensões aumentaram quando os EUA dobraram a recompensa por sua captura para US$ 50 milhões e iniciaram ataques a embarcações suspeitas de transportar drogas. A condução jurídica do caso foi designada a um juiz federal de 92 anos, conhecido por atuar em casos emblemáticos.
A operação militar, ordenada por Donald Trump, ocorreu na madrugada de 3 de janeiro de 2026, com bombardeios em áreas civis e militares que resultaram em cerca de 100 mortes. Após a captura, a Venezuela entrou em um estado de emergência sob a liderança interina de Delcy Rodríguez, que governa por um período inicial de 90 dias com o apoio das Forças Armadas.
Sob pressão, o governo interino venezuelano concordou em entregar 50 milhões de barris de petróleo aos Estados Unidos. Donald Trump manifestou a intenção de que os EUA administrem a Venezuela e sua indústria petrolífera por "muitos anos", utilizando um grupo de gestão composto por figuras de seu alto escalão. Analistas indicam que o objetivo americano foca na cooperação energética e no controle de recursos, em vez de uma transição democrática imediata.
A intervenção militar dividiu a comunidade internacional. Países como Rússia, China, Cuba, Irã e Brasil condenaram a operação, classificando-a como uma agressão armada e uma afronta à soberania nacional. No Conselho de Segurança da ONU, a China descreveu a ação como "bullying". Em contrapartida, líderes de direita na América do Sul, como o presidente argentino Javier Milei, celebraram a captura de Maduro.