Michelle Bolsonaro
Adicionado evento de 15/01/2026 sobre a reunião de Michelle Bolsonaro com o ministro Gilmar Mendes para discutir prisão domiciliar para Jair Bolsonaro, e atualizadas as seções 'Visão geral', 'Contexto e histórico', 'Principais atores' e 'Termos importantes' com informações sobre o envolvimento de Michelle em questões legais.
Michelle de Paula Firmo Reinaldo Bolsonaro é uma figura pública brasileira, conhecida por ter sido a primeira-dama do Brasil durante o mandato de seu marido, Jair Bolsonaro, de 2019 a 2022. Durante seu tempo como primeira-dama, Michelle Bolsonaro esteve envolvida em diversas causas sociais, com foco em inclusão e voluntariado. Após o término do mandato presidencial, ela continua a ter uma presença pública, frequentemente participando de eventos e se manifestando sobre temas políticos e sociais, além de atuar na comunicação sobre a saúde de seu marido e em endossos políticos. Sua influência no cenário conservador também se estende a movimentações nos bastidores políticos, buscando intervir em questões legais que afetam seu marido, como a possibilidade de prisão domiciliar, demonstrando seu papel ativo na defesa dos interesses de Jair Bolsonaro.
Michelle Bolsonaro ganhou proeminência nacional com a eleição de Jair Bolsonaro à presidência em 2018. Sua atuação como primeira-dama foi marcada por um perfil mais ativo em comparação a algumas de suas antecessoras, especialmente em pautas ligadas a pessoas com deficiência e projetos sociais. Ela se tornou um símbolo para uma parcela do eleitorado conservador e evangélico no Brasil, frequentemente participando de eventos religiosos e discursos públicos. Mesmo após o fim do mandato, Michelle mantém-se ativa na esfera pública, utilizando suas redes sociais para informar e se posicionar sobre assuntos relevantes, incluindo a saúde de seu marido, Jair Bolsonaro, e o apoio a figuras políticas. Além disso, seu envolvimento se estende a esforços para reverter decisões judiciais desfavoráveis ao ex-presidente, buscando apoio de figuras importantes do judiciário para discutir alternativas como a prisão domiciliar, o que reflete seu papel contínuo na dinâmica política e nas expectativas de seu grupo político.