Adicionado evento de 01/02/2026 sobre a queda dos futuros de Nova York, bitcoin e metais preciosos, incertezas com a Nvidia, temporada de balanços e a indicação para o Federal Reserve.
Visão geral
O mercado financeiro compreende o conjunto de instituições, instrumentos e operações que permitem a transferência de recursos entre agentes econômicos. Ele é essencial para o funcionamento da economia, facilitando investimentos, financiamentos e a gestão de riscos. No Brasil, é regulado por órgãos como o Banco Central, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e o Conselho Monetário Nacional (CMN), que atua na modernização e padronização de procedimentos, como as regras para autorização de débito automático. Além dos mercados tradicionais, o mercado de commodities, especialmente o de metais preciosos, também demonstra forte desempenho, como observado no final de 2025. Fatores globais, como a situação econômica da China e conflitos geopolíticos como a guerra na Ucrânia, também exercem influência significativa sobre os preços de commodities como o petróleo, e sobre o desempenho de índices internacionais como o Dow Jones e as bolsas europeias. Em janeiro de 2026, a tensão geopolítica continuou a influenciar o mercado, contribuindo para a volatilidade dos futuros de Nova York e para uma queda significativa no preço do petróleo. Grandes instituições financeiras internacionais, como o Morgan Stanley, também reportam resultados robustos, superando as projeções do mercado, como visto no quarto trimestre de 2025 e com a divulgação de novos balanços em janeiro de 2026, juntamente com Goldman Sachs e BlackRock, impactando a oscilação dos futuros de NY. Instrumentos como o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) oferecem benefícios fiscais importantes, especialmente quando os aportes são realizados dentro de prazos específicos, como o final do ano fiscal, para otimizar a declaração do Imposto de Renda. O mercado de Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) também se destaca, com alguns ativos entregando altos dividendos, como observado em 2025, tornando-se uma opção relevante para investidores que buscam renda passiva. A volatilidade no mercado de ações é uma característica constante, com casos de recuperações expressivas após quedas acentuadas, como o da AZUL54 no início de 2026, onde o bônus de subscrição se mostrou uma alternativa importante para investidores. Em janeiro de 2026, o Ibovespa registrou uma alta significativa, renovando sua máxima histórica e superando a marca dos 165 mil pontos pela primeira vez, impulsionado pelo otimismo do mercado, a expectativa de queda da taxa Selic e um cenário externo favorável a mercados emergentes. Analistas preveem a continuidade da valorização do Ibovespa, mas com cautela. No final de janeiro de 2026, o Ibovespa continuou sua trajetória de alta, superando 178 mil pontos e chegando a 180 mil pontos intradia, registrando a melhor semana desde abril de 2020. O dólar comercial, por sua vez, manteve-se abaixo de R$ 5,30, acumulando queda no ano. A entrada líquida de capitais estrangeiros na B3, impulsionada pela fuga de capitais dos Estados Unidos e pelos juros altos no Brasil (com a Taxa Selic em 15% ao ano), tem beneficiado o mercado brasileiro. Figuras como Helen Greene, conhecida como a "Bruxa de Wall Street", ilustram a capacidade de alguns investidores de lucrar com a volatilidade e as crises do mercado, antecipando movimentos e investindo em ativos subvalorizados. O número de investidores em renda variável no Brasil cresceu 4% em janeiro de 2026, com o Piauí apresentando o maior crescimento percentual e São Paulo mantendo o maior número absoluto de investidores. A análise de ações de empresas específicas, como a Sabesp, também demonstra como fatores de risco local, como o "risco Cantareira", podem influenciar a performance de papéis, mesmo que analistas de grandes bancos, como o JPMorgan, considerem que a queda já precifica um cenário pessimista e recomendem a compra. Mais recentemente, em 19 de janeiro de 2026, as bolsas europeias fecharam em queda, impactadas pelo aumento das tensões com os Estados Unidos, o que derrubou ações de montadoras e marcas de luxo, enquanto papéis do setor de defesa registraram alta. As expectativas do mercado para a economia brasileira, conforme o Boletim Focus de 26 de janeiro de 2026, indicam uma nova redução na projeção de inflação (IPCA) para 2026, atingindo 4,00%, e uma estabilidade nas projeções de crescimento do PIB em 1,8% para 2026 e 2027. A taxa Selic esperada para 2026 manteve-se em 12,25% ao ano, enquanto a projeção para o dólar em 2026 permaneceu em R$ 5,50, mas com uma leve alta para R$ 5,58 em 2029, refletindo a dinâmica de longo prazo do câmbio. Essas projeções são cruciais para a tomada de decisões de investimento e para a formulação de políticas econômicas. No início de fevereiro de 2026, os futuros de Nova York abriram em baixa, refletindo uma aversão ao risco global, impulsionada pela queda do bitcoin e pela forte desvalorização de metais preciosos como a prata e o ouro. Incertezas sobre o setor de inteligência artificial também impactaram o mercado, com a Nvidia enfrentando questionamentos sobre seus planos de investimento na OpenAI. A temporada de balanços do S&P 500 continua, com mais de 100 empresas, incluindo Amazon, Alphabet e Disney, programadas para divulgar resultados, enquanto estrategistas do Deutsche Bank preveem o crescimento de lucros mais forte em quatro anos. A indicação de Kevin Warsh para a presidência do Federal Reserve por Donald Trump também gerou impacto no mercado.
Contexto e histórico
O mercado financeiro brasileiro tem passado por diversas transformações, incluindo períodos de alta inflação, planos econômicos e a modernização de suas estruturas regulatórias. A atuação do Banco Central é fundamental para a estabilidade do sistema, especialmente em situações de crise ou irregularidades que afetam instituições financeiras. No entanto, sua responsabilidade pelas altas taxas de juros no país foi debatida, com o economista-chefe do Banco Master afirmando em julho de 2024 que as taxas elevadas decorrem de "causas estruturais complexas", e que o BC apenas "responde a pressões inflacionárias", indicando um problema mais amplo do que "ações de política monetária pontual". O caso do Banco Master, em 2025, expôs fragilidades no mercado, especialmente a oferta de CDBs de alta rentabilidade garantidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), e gerou disputas entre grandes bancos, instituições menores e fintechs. Houve críticas à demora do Banco Central em intervir na situação, o que levantou questionamentos sobre sua agenda de inovação e intensificou o debate sobre a necessidade de maior supervisão regulatória no setor bancário. Após o indeferimento de uma negociação anterior pelo Banco Central, esforços para resolver a situação do Banco Master continuaram, com o ex-presidente Michel Temer atuando publicamente como facilitador na negociação de venda da instituição para o BRB (Banco de Brasília). A liquidação extrajudicial do Banco Master, decretada pelo Banco Central e assinada pelo presidente Galípolo, levou o FGC a se responsabilizar pelo ressarcimento dos credores, e resultou no bloqueio dos bens da controladora e dos administradores do banco, além da prisão de seu proprietário, Daniel Vorcaro, evidenciando as consequências de tais fragilidades e a atuação regulatória em momentos críticos. Uma tentativa prévia de venda do banco ao BRB foi rejeitada pelo Banco Central devido ao risco de sucessão relacionado à operação. O caso foi amplamente coberto pela mídia, incluindo um especial de dez pontos da CNN Brasil. Paralelamente, o Conselho Monetário Nacional (CMN) tem atuado na atualização de normas, como a revisão das regras para autorização de débito automático, buscando maior segurança e clareza para consumidores e instituições, com prazos de adequação que se estendem até 2026 e, em casos específicos, até 2027. No mercado de commodities, o final de 2025 foi marcado por um rali significativo nos metais preciosos, com ouro, prata, platina e paládio registrando altas expressivas, refletindo a dinâmica e a interconexão dos diversos segmentos do mercado financeiro global. A influência de eventos globais, como a situação econômica na China e a guerra na Ucrânia, também se faz sentir, impactando o preço de commodities como o petróleo e a estabilidade de mercados acionários internacionais. Em janeiro de 2026, a tensão geopolítica continuou a ser um fator de instabilidade, contribuindo para a oscilação dos futuros de Nova York e para uma queda acentuada no preço do petróleo. O planejamento fiscal, por meio de instrumentos como o PGBL, também ganhou destaque, com a proximidade do final do ano fiscal incentivando aportes para garantir benefícios na declaração do Imposto de Renda do ano seguinte. No segmento de Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs), 2025 demonstrou o potencial de altos retornos, com alguns fundos entregando dividendos de até 22%, conforme simulações que destacaram o desempenho de ativos como o FII BPML11. A volatilidade do mercado de ações é um tema recorrente, com exemplos como a ação AZUL54 que, após uma queda de 90%, registrou um salto de 100% em janeiro de 2026, com especialistas apontando o bônus de subscrição como uma alternativa para os investidores que permaneceram posicionados. Em 14 de janeiro de 2026, o Ibovespa fechou acima dos 165 mil pontos pela primeira vez na história, impulsionado pela expectativa de queda da taxa Selic e por um cenário externo favorável a mercados emergentes, com analistas prevendo a continuidade da valorização. No dia 23 de janeiro de 2026, o Ibovespa encerrou a semana com uma alta de 8,53%, atingindo 178.858 pontos e marcando a melhor performance semanal desde abril de 2020. O dólar comercial, por sua vez, fechou estável a R$ 5,287, acumulando uma queda de 1,61% na semana e 3,68% em 2026, impulsionado pela entrada líquida de R$ 12,35 bilhões de capitais estrangeiros na B3, reflexo da fuga de capitais dos EUA e dos juros altos no Brasil (Selic em 15% ao ano). A história de investidores como Helen Greene, que se destacou por lucrar em cenários de medo e instabilidade, serve como um exemplo histórico de resiliência e visão estratégica no setor financeiro, antecipando movimentos de mercado e investindo em ativos subvalorizados durante crises econômicas. No cenário internacional, instituições financeiras de grande porte, como o Morgan Stanley, demonstraram forte desempenho no quarto trimestre de 2025, superando as expectativas do mercado com lucros e receitas significativas, e continuaram a influenciar o mercado com a divulgação de seus balanços em janeiro de 2026, juntamente com Goldman Sachs e BlackRock. O crescimento do número de investidores em renda variável no Brasil em 4% em janeiro de 2026, com destaque para o Piauí e São Paulo, reflete a dinâmica de expansão e o interesse crescente neste segmento do mercado. Mais recentemente, em 19 de janeiro de 2026, a análise do JPMorgan sobre as ações da Sabesp ilustrou como fatores de risco específicos, como o "risco Cantareira", podem impactar a avaliação de uma empresa, mesmo que o banco considere a desvalorização excessiva e mantenha a recomendação de compra. No mesmo dia, as bolsas europeias registraram queda, influenciadas pelo aumento das tensões com os Estados Unidos, o que resultou na desvalorização de ações de montadoras e marcas de luxo, e na valorização de papéis do setor de defesa. Em 26 de janeiro de 2026, o Boletim Focus trouxe novas projeções para a economia brasileira, indicando uma redução na inflação (IPCA) para 2026 e estabilidade no PIB e Selic, enquanto as projeções de câmbio para o longo prazo registraram alta. Em 1º de fevereiro de 2026, a aversão ao risco global levou à queda dos futuros de Nova York e a uma forte desvalorização do bitcoin e dos metais preciosos. A incerteza no setor de inteligência artificial, com a Nvidia, e a expectativa pelo relatório de empregos dos EUA e pela temporada de balanços de grandes empresas como Amazon, Alphabet e Disney, também pautaram o mercado. A indicação de Kevin Warsh para a presidência do Federal Reserve por Donald Trump adicionou um elemento de incerteza política ao cenário.
Instrumentos Financeiros e Planejamento Fiscal
O mercado financeiro oferece diversos instrumentos que, além de servirem para investimento, podem ser utilizados no planejamento fiscal. Um exemplo notável é o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), uma modalidade de previdência privada. Aportes realizados em um PGBL permitem a dedução de até 12% da renda bruta anual da base de cálculo do Imposto de Renda. Para que esse benefício fiscal seja válido na declaração do ano subsequente, é crucial que os aportes sejam feitos até o último dia útil do ano corrente, como destacado no final de 2025 para a declaração de 2026. Essa característica faz do PGBL uma ferramenta importante para otimizar a carga tributária de contribuintes que fazem a declaração completa do IR. Outro instrumento relevante são os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs), que se destacaram em 2025 por oferecerem altos retornos em dividendos, chegando a 22% em alguns casos, como o FII BPML11. Simulações de mercado, como as realizadas pelo InfoMoney, auxiliam investidores a dimensionar o patrimônio e a escolher os FIIs com maior potencial de retorno. No contexto de alta volatilidade, instrumentos como o bônus de subscrição, como observado no caso da AZUL54 em 2026, podem se tornar uma alternativa para investidores que buscam mitigar perdas ou participar de recuperações de mercado. O desempenho do Ibovespa, que renovou sua máxima histórica em janeiro de 2026 e superou os 165 mil pontos, reflete o otimismo do mercado de ações e a busca por oportunidades de investimento, impulsionado pela expectativa de queda da taxa Selic e um cenário externo favorável. No final de janeiro de 2026, o Ibovespa continuou a demonstrar forte desempenho, superando 178 mil pontos e registrando sua melhor semana desde abril de 2020, impulsionado pela entrada de capitais estrangeiros e pela atratividade dos juros altos no Brasil (Selic em 15% ao ano). O desempenho de grandes bancos de investimento internacionais, como o Morgan Stanley, que superou as projeções de lucro e receita no quarto trimestre de 2025, também indica um cenário global favorável para o setor financeiro, com a divulgação de seus balanços em janeiro de 2026, juntamente com Goldman Sachs e BlackRock, contribuindo para a oscilação dos futuros de Nova York. O crescimento de 4% no número de investidores em renda variável no Brasil em janeiro de 2026, com o Piauí liderando o crescimento percentual e São Paulo mantendo o maior volume de investidores, demonstra o aumento do interesse e da participação de pessoas físicas neste segmento do mercado. A análise de ações de empresas específicas, como a Sabesp, também ilustra como a avaliação de riscos setoriais, como o "risco Cantareira", pode impactar a percepção de valor e as recomendações de investimento de instituições como o JPMorgan. As tensões geopolíticas, como as observadas entre Europa e EUA em 19 de janeiro de 2026, também podem influenciar o desempenho de setores específicos, como montadoras e marcas de luxo, que registraram queda, e o setor de defesa, que teve alta. As projeções econômicas do Boletim Focus de 26 de janeiro de 2026, com a redução da inflação esperada para 2026 e a estabilidade da Selic, fornecem um panorama importante para o planejamento financeiro e fiscal, influenciando as decisões de investimento em diferentes instrumentos. No início de fevereiro de 2026, a queda do bitcoin e a desvalorização dos metais preciosos, juntamente com a aversão ao risco global, impactaram os futuros de Nova York. A incerteza em torno da Nvidia e do setor de inteligência artificial, bem como a expectativa pelos balanços de grandes empresas e pelo relatório de empregos dos EUA, são fatores a serem considerados pelos investidores.
Projeções Econômicas (Boletim Focus - 26 de janeiro de 2026)
O Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central do Brasil, é uma ferramenta essencial para acompanhar as expectativas do mercado financeiro em relação aos principais indicadores econômicos do país. As projeções são atualizadas semanalmente e servem como referência para investidores, empresas e formuladores de políticas.
Inflação (IPCA): A projeção para 2026 caiu pela terceira semana consecutiva, atingindo 4,00%. Para 2027, a estimativa permaneceu em 3,80% (há 12 semanas), para 2028 em 3,50% (há 12 semanas) e para 2029 em 3,50% (há 21 semanas).
Inflação (IGP-M): A mediana para 2026 recuou para 3,87%. Para 2027, o índice permaneceu em 4,00% (há 54 semanas), e para 2028 em 3,85% (há oito semanas). Para 2029, houve uma leve alta para 3,71%.
Preços Administrados (IPCA): A estimativa para 2026 subiu para 3,76%. Para 2027, a projeção está em 3,71% (há três semanas), para 2028 em 3,50% (há nove semanas) e para 2029 em 3,50% (há 28 semanas).
Produto Interno Bruto (PIB): A projeção de crescimento da economia brasileira permaneceu em 1,8% para 2026 (há sete semanas) e 2027 (há quatro semanas). Para 2028 e 2029, a estimativa continuou em 2,0% (há 98 e 45 semanas, respectivamente).
Câmbio (Dólar): A estimativa para o dólar em 2026 manteve-se em R$ 5,50 (há 15 semanas). Para 2027, houve uma leve alta para R$ 5,51. Para 2028, o valor permaneceu em R$ 5,52 (há quatro semanas), e para 2029, a projeção subiu para R$ 5,58.
Taxa Selic: A taxa básica de juros projetada para 2026 permaneceu em 12,25% ao ano (há cinco semanas). Para 2027, a mediana segue em 10,50% (há 50 semanas). Para 2028, a estimativa continuou em 10,00%, e para 2029 em 9,50% ao ano (há 13 semanas).
Linha do tempo
23 de julho de 2024: O economista-chefe do Banco Master declara que as altas taxas de juros no Brasil não são culpa do Banco Central, atribuindo-as a causas estruturais complexas e afirmando que o BC apenas reage a pressões inflacionárias.
28 de abril de 2025: O caso do Banco Master é amplamente noticiado, expondo fragilidades no sistema financeiro, disputas entre diferentes tipos de instituições financeiras e críticas à demora do Banco Central em agir, além de questionar sua agenda de inovação.
18 de setembro de 2025: Michel Temer confirma publicamente sua atuação como facilitador na negociação de venda do Banco Master para o BRB (Banco de Brasília), após o Banco Central ter indeferido uma negociação anterior.
18 de novembro de 2025: O Banco Central decreta a liquidação extrajudicial do Banco Master, em ato assinado pelo presidente Galípolo, nomeia a EFB Regimes Especiais de Empresas como liquidante, determina que o FGC se responsabilize pelo ressarcimento dos credores, bloqueia os bens da controladora e dos administradores do banco, e Daniel Vorcaro, proprietário do Master, é preso pela Polícia Federal em São Paulo. O caso é detalhado em um especial da CNN Brasil.
18 de novembro de 2025: O consórcio de investidores Fictor suspende a operação de compra do Banco Master após o Banco Central decretar a liquidação extrajudicial da instituição. A Fictor declara ter tomado conhecimento da decisão pela imprensa e se coloca à disposição das autoridades para esclarecimentos, afirmando que estava preparada para seguir com a transação, mas aguarda um entendimento do cenário legal.
26 de dezembro de 2025: O Conselho Monetário Nacional (CMN) revisa as normas para autorização de débito automático, com as instituições financeiras tendo até 2026 para se adequar completamente e, em casos específicos, até 2027.
26 de dezembro de 2025: O mercado de metais preciosos registra um forte rali, com o ouro subindo 1,11%, a prata também em alta firme, e a platina e o paládio saltando quase 10%.
29 de dezembro de 2025: O índice Dow Jones opera quase estável, enquanto o preço do petróleo avança, impulsionado pela situação na China e pela guerra na Ucrânia. As bolsas europeias operam sem direção única.
29 de dezembro de 2025: É destacada a importância de investir em PGBL até o último dia útil do ano para garantir a dedução de até 12% da renda bruta anual na base de cálculo do Imposto de Renda de 2026, otimizando o planejamento fiscal.
29 de dezembro de 2025: FIIs entregam até 22% de dividendos em 2025, com o FII BPML11 se destacando com um dividend yield superior a 20%, conforme simulação do InfoMoney.
09 de janeiro de 2026: A ação AZUL54 registra um salto de 100% após uma queda anterior de 90%, com estrategistas avaliando que o caos era previsível e destacando o bônus de subscrição como alternativa para quem permaneceu posicionado, conforme matéria do InfoMoney.
Principais atores
Banco Central do Brasil (BCB): Autoridade monetária responsável pela regulação e supervisão do sistema financeiro nacional. Sua agenda de inovação e a eficácia de sua supervisão foram questionadas em eventos recentes, e sua responsabilidade pelas taxas de juros foi debatida. Decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master, em ato assinado pelo presidente Galípolo, e rejeitou uma tentativa prévia de venda do banco ao BRB devido ao risco de sucessão da operação. A expectativa de queda da taxa Selic, definida pelo BC, é um fator chave para a valorização do Ibovespa em janeiro de 2026. A Taxa Selic está atualmente em 15% ao ano e o Comitê de Política Monetária (Copom) se reunirá para avaliar seu futuro. O BC também é o responsável pela divulgação do Boletim Focus, que apresenta as projeções do mercado para indicadores econômicos como inflação, PIB, câmbio e Selic.
Conselho Monetário Nacional (CMN): Órgão superior do Sistema Financeiro Nacional, responsável por formular a política da moeda e do crédito, bem como por regular e modernizar procedimentos, como as regras para autorização de débito automático.
Fictor: Consórcio de investidores envolvido na tentativa de aquisição do Banco Master.
Banco Master: Instituição financeira que teve sua liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central, cujo caso expôs tensões e fragilidades no mercado. Seu economista-chefe também comentou sobre as causas das altas taxas de juros no país.
Michel Temer: Ex-presidente da República que atuou como agente facilitador na negociação de venda do Banco Master para o BRB.
BRB (Banco de Brasília): Instituição financeira envolvida na negociação para aquisição do Banco Master, cuja tentativa de compra foi rejeitada pelo Banco Central.
EFB Regimes Especiais de Empresas: Empresa nomeada como liquidante do Banco Master pelo Banco Central.
Daniel Vorcaro: Proprietário do Banco Master, preso pela Polícia Federal após a decretação da liquidação extrajudicial da instituição.
Galípolo: Presidente do Banco Central que assinou o ato de liquidação extrajudicial do Banco Master.
InfoMoney: Plataforma de notícias e análises financeiras que realizou simulações sobre o desempenho de FIIs em 2025, destacou o perfil de investidores como Helen Greene e cobriu o caso da AZUL54 em 2026. Também reportou a alta do Ibovespa em janeiro de 2026, os resultados do Morgan Stanley no 4º trimestre de 2025 e a oscilação dos futuros de NY em janeiro de 2026, além de detalhar os fatores que levaram o Ibovespa a fechar acima dos 165 mil pontos pela primeira vez. Reportou o crescimento de 4% no número de investidores em renda variável no Brasil em janeiro de 2026. Publicou a análise do JPMorgan sobre as ações da Sabesp em 19 de janeiro de 2026. Também noticiou a queda das bolsas europeias em 19 de janeiro de 2026 devido às tensões com os EUA. Em 23 de janeiro de 2026, noticiou que a bolsa superou 178 mil pontos e teve a melhor semana desde abril de 2020, e que o dólar se manteve estável. Em 1º de fevereiro de 2026, noticiou a queda dos futuros de NY, do bitcoin e dos metais preciosos, além das incertezas com a Nvidia e a expectativa pelos balanços e pelo relatório de empregos dos EUA.
Termos importantes
Liquidação extrajudicial: Regime especial de intervenção do Banco Central em instituições financeiras, visando proteger os credores e o sistema financeiro, que pode levar ao encerramento das atividades da instituição. No caso do Banco Master, resultou no bloqueio de bens e na nomeação de um liquidante.
Consórcio de investidores: Grupo de investidores que se une para realizar um investimento ou operação específica.
Fundo Garantidor de Créditos (FGC): Entidade privada, sem fins lucrativos, que administra mecanismos de proteção a titulares de crédito contra instituições financeiras, garantindo o reembolso de valores até um certo limite em caso de intervenção ou liquidação de uma instituição. Sua atuação foi destacada no contexto da oferta de CDBs de alta rentabilidade e, mais recentemente, pela responsabilidade no ressarcimento dos credores do Banco Master após sua liquidação.
Débito automático: Serviço que permite o pagamento de contas e despesas de forma automática, diretamente da conta corrente ou poupança do consumidor, após autorização prévia. Suas regras foram atualizadas pelo CMN para modernização e padronização.
Metais preciosos: Commodities como ouro, prata, platina e paládio, negociadas no mercado financeiro e frequentemente vistas como reserva de valor, cujos preços podem ser influenciados por fatores econômicos globais e demanda do mercado. Em 1º de fevereiro de 2026, a prata despencou 30% e o ouro caiu 9%, refletindo a aversão ao risco global.
Dow Jones: Um dos mais antigos e mais conhecidos índices do mercado de ações dos Estados Unidos, refletindo o desempenho de 30 grandes empresas americanas de capital aberto. Em 1º de fevereiro de 2026, os futuros do índice caíram 0,28%.
Petróleo: Commodity energética fundamental, cujo preço é influenciado por fatores geopolíticos (como a guerra na Ucrânia e a tensão geopolítica em janeiro de 2026) e econômicos (como a demanda da China), tendo impacto significativo nos mercados globais. Em janeiro de 2026, registrou uma queda significativa.
PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre): Modalidade de previdência privada que permite a dedução de até 12% da renda bruta anual da base de cálculo do Imposto de Renda para quem faz a declaração completa. Os aportes devem ser feitos até o final do ano fiscal para garantir o benefício no ano subsequente.
Imposto de Renda (IR): Tributo federal cobrado anualmente sobre a renda de pessoas físicas e jurídicas. O planejamento fiscal, incluindo o uso de instrumentos como o PGBL, pode otimizar a declaração e reduzir a carga tributária.
Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs): Fundos que investem em empreendimentos imobiliários, como shoppings, escritórios, hospitais, galpões logísticos, entre outros, e distribuem rendimentos (dividendos) aos cotistas. Destacaram-se em 2025 por oferecerem altos dividendos.
10 de janeiro de 2026: Helen Greene, apelidada de "Bruxa de Wall Street", ganha destaque por suas estratégias de investimento baseadas em antecipar e lucrar com a instabilidade e as crises do mercado, focando em ativos subvalorizados.
14 de janeiro de 2026: O Ibovespa fecha acima dos 165 mil pontos pela primeira vez na história, impulsionado pela expectativa de queda da taxa Selic e por um cenário externo favorável a mercados emergentes.
15 de janeiro de 2026: O Ibovespa registra alta significativa, renovando sua máxima histórica e mirando a marca de 166 mil pontos, impulsionado pelo desempenho positivo dos índices futuros dos EUA.
15 de janeiro de 2026: O Morgan Stanley reporta lucro de US$ 4,39 bilhões no quarto trimestre de 2025, superando as projeções do mercado. A receita líquida do banco expandiu 18,5% anualmente, atingindo US$ 17,89 bilhões, também acima das expectativas da FactSet.
15 de janeiro de 2026: Os futuros de Nova York oscilam devido à divulgação de balanços de grandes bancos como Goldman Sachs, Morgan Stanley e BlackRock, e à tensão geopolítica, que também contribui para uma queda significativa no preço do petróleo.
16 de janeiro de 2026: O número de investidores em renda variável no Brasil cresce 4%, com o Piauí registrando o maior crescimento percentual e São Paulo mantendo o maior número absoluto de investidores.
19 de janeiro de 2026: O JPMorgan analisa a queda das ações da Sabesp, atribuída ao "risco Cantareira", e avalia que a desvalorização já precifica um cenário pessimista, mantendo a recomendação de compra para os papéis.
19 de janeiro de 2026: As bolsas europeias fecham em queda, impactadas pelo aumento das tensões com os Estados Unidos. Ações de montadoras e marcas de luxo registram desvalorização, enquanto papéis do setor de defesa apresentam alta.
23 de janeiro de 2026: O Ibovespa encerra a semana com alta de 8,53%, atingindo 178.858 pontos e registrando a melhor performance semanal desde abril de 2020. O índice chegou a superar 180 mil pontos durante o dia. O dólar comercial fecha estável a R$ 5,287, acumulando queda de 1,61% na semana e 3,68% em 2026. A B3 registra entrada líquida de R$ 12,35 bilhões de capitais estrangeiros no mês de janeiro.
26 de janeiro de 2026: O Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, aponta nova redução na projeção de inflação (IPCA) para 2026, que passa a ser de 4,00%. As estimativas para o PIB (1,8% para 2026) e a taxa Selic (12,25% para 2026) ficaram inalteradas, enquanto a projeção para o dólar em 2026 permaneceu em R$ 5,50, mas subiu para R$ 5,58 em 2029.
01 de fevereiro de 2026: Os índices futuros de Nova York abrem em baixa, com o Dow Jones caindo 0,28%, o S&P 500 recuando 0,55% e o Nasdaq com queda de 0,89%, refletindo a aversão ao risco global e a forte desvalorização do bitcoin (que caiu abaixo de US$ 80 mil, a US$ 75.666,40) e dos metais preciosos (prata despencou 30%, ouro caiu 9%). Incertezas sobre o setor de inteligência artificial, com a Nvidia interrompendo planos de investimento na OpenAI, e a expectativa pela divulgação de balanços de mais de 100 empresas do S&P 500 (incluindo Amazon, Alphabet e Disney) e pelo relatório de empregos dos EUA de janeiro (previsão de 55 mil vagas) também pautam o mercado. A indicação de Kevin Warsh por Donald Trump para a presidência do Federal Reserve na sessão anterior contribuiu para a baixa em Wall Street.
Helen Greene ("Bruxa de Wall Street"): Investidora que ganhou notoriedade por suas estratégias de investimento baseadas no medo e na instabilidade, focando em ativos subvalorizados durante crises econômicas, e por sua capacidade de antecipar movimentos de mercado.
Morgan Stanley: Grande banco de investimento global que reportou lucro e receita acima das projeções do mercado no quarto trimestre de 2025, e que, juntamente com Goldman Sachs e BlackRock, teve a divulgação de seus balanços em janeiro de 2026 influenciando a oscilação dos futuros de Nova York.
Goldman Sachs: Um dos maiores bancos de investimento globais, cuja divulgação de balanços em janeiro de 2026 contribuiu para a volatilidade dos futuros de Nova York.
BlackRock: Uma das maiores gestoras de ativos do mundo, cuja divulgação de balanços em janeiro de 2026 contribuiu para a volatilidade dos futuros de Nova York.
FactSet: Empresa de dados financeiros e software que fornece projeções e análises de mercado, utilizadas para comparar o desempenho real de empresas como o Morgan Stanley.
Sabesp: Companhia de saneamento básico do estado de São Paulo, cujas ações foram analisadas pelo JPMorgan em janeiro de 2026 devido à queda atribuída ao "risco Cantareira".
JPMorgan: Um dos maiores bancos de investimento e serviços financeiros do mundo, que em janeiro de 2026 analisou as ações da Sabesp e manteve a recomendação de compra, apesar da queda recente.
Comitê de Política Monetária (Copom): Órgão do Banco Central do Brasil responsável por definir a Taxa Selic, a taxa básica de juros da economia.
Nvidia: Fabricante de chips que, em fevereiro de 2026, enfrentou incertezas sobre seus planos de investimento na OpenAI, impactando o setor de inteligência artificial.
OpenAI: Empresa de inteligência artificial que seria alvo de um investimento de US$ 100 bilhões pela Nvidia, mas que teve os planos interrompidos devido a dúvidas dos executivos.
Amazon: Uma das maiores empresas de tecnologia e varejo do mundo, com balanço previsto para ser divulgado na semana de 1º de fevereiro de 2026.
Alphabet: Conglomerado que controla o Google, com balanço previsto para ser divulgado na semana de 1º de fevereiro de 2026.
Disney: Empresa de entretenimento e mídia, com balanço previsto para ser divulgado na semana de 1º de fevereiro de 2026.
Deutsche Bank: Banco alemão cujos estrategistas preveem o crescimento de lucros mais forte em quatro anos para as empresas do S&P 500 em fevereiro de 2026.
Microsoft: Empresa de tecnologia cujas ações sofreram quedas expressivas após a divulgação de seus balanços em janeiro de 2026.
Donald Trump: Presidente dos EUA que indicou Kevin Warsh para a presidência do Federal Reserve, gerando impacto no mercado em janeiro de 2026.
Kevin Warsh: Indicado por Donald Trump para a presidência do Federal Reserve, com potencial de substituir Jerome Powell em 2026.
Jerome Powell: Atual presidente do Federal Reserve, com possível substituição por Kevin Warsh em 2026.
Dividend Yield: Indicador que mede o rendimento de um investimento em relação ao seu preço de mercado, expresso em percentual. No contexto de FIIs, representa a proporção dos dividendos distribuídos em relação ao valor da cota.
Psicologia do Mercado: Estudo de como as emoções e vieses cognitivos dos investidores afetam as decisões de investimento e os movimentos do mercado. Figuras como Helen Greene demonstraram uma compreensão profunda desse aspecto para suas estratégias de sucesso.
Ativos subvalorizados: Ativos financeiros que o mercado precificou abaixo do seu valor intrínseco, oferecendo potencial de valorização. A identificação de tais ativos durante crises é uma estratégia utilizada por investidores com visão estratégica.
Bônus de subscrição: Direito de subscrever novas ações ou outros títulos de uma empresa, geralmente com um preço predeterminado, oferecido aos acionistas existentes. Pode ser uma alternativa para investidores em cenários de recuperação de mercado, como no caso da AZUL54.
Ibovespa: Principal índice de desempenho das ações negociadas na B3 (Bolsa de Valores do Brasil), refletindo o comportamento médio das cotações dos ativos de maior negociabilidade e representatividade do mercado acionário brasileiro. Em 14 de janeiro de 2026, fechou acima dos 165 mil pontos pela primeira vez na história, impulsionado pela expectativa de queda da taxa Selic e por um cenário externo favorável a mercados emergentes. Em 23 de janeiro de 2026, superou 178 mil pontos, com a melhor semana desde abril de 2020.
Projeções de mercado: Estimativas e previsões feitas por analistas e instituições financeiras sobre o desempenho futuro de empresas, setores ou o mercado em geral, frequentemente comparadas com os resultados reais para avaliar o sucesso ou fracasso das expectativas. O Boletim Focus é uma fonte importante dessas projeções no Brasil.
Futuros de Nova York: Contratos futuros negociados em bolsas de Nova York, que servem como indicadores da expectativa do mercado sobre o desempenho futuro de índices, commodities ou outros ativos, e que em janeiro de 2026 oscilaram devido a balanços de bancos e tensão geopolítica. Em 1º de fevereiro de 2026, recuaram com a aversão ao risco global.
Tensão geopolítica: Situações de conflito ou instabilidade política entre países ou regiões que podem ter impactos significativos nos mercados financeiros globais, influenciando, por exemplo, os preços de commodities como o petróleo e a volatilidade dos índices acionários. Em 19 de janeiro de 2026, as tensões entre Europa e EUA causaram queda nas bolsas europeias, afetando ações de montadoras e marcas de luxo, e elevando papéis de defesa.
Taxa Selic: A taxa básica de juros da economia brasileira, definida pelo Banco Central. A expectativa de sua caída é um fator crucial para o avanço do Ibovespa, pois juros mais baixos tendem a estimular investimentos em renda variável e o crescimento econômico. Atualmente em 15% ao ano, é um fator para a atração de capitais externos. As projeções para a Selic são acompanhadas de perto pelo mercado, como as divulgadas no Boletim Focus.
Mercados emergentes: Países em desenvolvimento que estão em processo de industrialização e crescimento econômico, oferecendo oportunidades de investimento com potencial de alto retorno, mas também com maior risco. Um cenário externo favorável a esses mercados contribui para o desempenho do Ibovespa. O Brasil tem sido beneficiado pela fuga de capitais dos EUA.
Renda Variável: Modalidade de investimento cujos retornos não são previsíveis e podem variar significativamente, como ações e fundos imobiliários. O aumento de investidores neste segmento indica uma maior participação do público no mercado de capitais.
Risco Cantareira: Termo que se refere aos riscos associados ao Sistema Cantareira, um importante complexo de reservatórios que abastece a região metropolitana de São Paulo. Problemas relacionados à escassez hídrica ou à gestão desse sistema podem impactar empresas de saneamento, como a Sabesp, e consequentemente o valor de suas ações no mercado.
Dólar comercial: Taxa de câmbio utilizada em transações comerciais e financeiras entre empresas e governos, que em janeiro de 2026 se manteve abaixo de R$ 5,30, acumulando queda no ano. As projeções para o câmbio são um dos indicadores chave do Boletim Focus.
Entrada líquida de capitais estrangeiros: Diferença entre o volume de recursos financeiros que entram e saem de um país, sendo um indicador da atratividade do mercado para investidores internacionais. Em janeiro de 2026, a B3 registrou uma entrada líquida significativa.
Fuga de capitais: Movimento de retirada de investimentos de um país ou mercado, geralmente em busca de maior segurança ou rentabilidade em outras economias. A fuga de capitais dos EUA tem beneficiado mercados emergentes como o Brasil.
B3: A bolsa de valores oficial do Brasil, onde são negociadas ações, contratos futuros e outros ativos financeiros. Registrou uma entrada líquida expressiva de capitais estrangeiros em janeiro de 2026.
Boletim Focus: Relatório semanal divulgado pelo Banco Central do Brasil, que consolida as projeções de cerca de 100 instituições financeiras para os principais indicadores econômicos do país, como inflação (IPCA e IGP-M), PIB, taxa Selic e câmbio. É uma referência importante para o mercado financeiro e para a análise macroeconômica.
Bitcoin: Criptomoeda descentralizada que, em 1º de fevereiro de 2026, registrou uma queda abaixo de US$ 80 mil, sinalizando redução do apetite por risco nos mercados globais.
Aversão ao risco: Comportamento dos investidores que preferem ativos mais seguros em detrimento de ativos mais arriscados, geralmente em períodos de incerteza econômica ou volatilidade do mercado.
Temporada de balanços: Período em que as empresas de capital aberto divulgam seus resultados financeiros trimestrais ou anuais, influenciando a performance de suas ações e o sentimento geral do mercado.
Relatório de empregos (payroll): Publicação mensal do governo dos EUA que detalha o número de empregos criados ou perdidos, a taxa de desemprego e outros dados do mercado de trabalho, sendo um indicador crucial para a saúde econômica do país e as decisões de política monetária do Federal Reserve.
Federal Reserve (Fed): Banco central dos Estados Unidos, responsável pela política monetária do país. A indicação de seu presidente tem grande impacto nos mercados globais.
S&P 500: Um dos principais índices do mercado de ações dos Estados Unidos, composto por 500 das maiores empresas americanas de capital aberto, representando cerca de 80% do valor total do mercado de ações dos EUA. Em 1º de fevereiro de 2026, os futuros do índice recuaram 0,55%.
Nasdaq: Índice de mercado de ações que inclui principalmente empresas de tecnologia e internet listadas na bolsa de valores Nasdaq. Em 1º de fevereiro de 2026, os futuros do índice recuaram 0,89%.
Inteligência Artificial (IA): Campo da ciência da computação que se dedica ao desenvolvimento de sistemas capazes de realizar tarefas que normalmente exigiriam inteligência humana. O setor de IA, e empresas como a Nvidia, têm grande influência no mercado de tecnologia e ações.