Liderança Feminina
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A Liderança Feminina refere-se a um estilo de gestão e comando que, embora não exclusivo a mulheres, é frequentemente associado a características como intuição, escuta ativa, empatia e uma abordagem mais humana nas tomadas de decisão. Este conceito contrasta com modelos de liderança mais tradicionais, frequentemente descritos como combativos, racionais e agressivos. A relevância da liderança feminina tem crescido no contexto corporativo, sendo reconhecida por sua capacidade de gerar resultados positivos e sustentáveis.
Historicamente, o ambiente corporativo foi dominado por modelos de liderança masculinos, caracterizados por uma postura de confronto e racionalidade. No entanto, a evolução das dinâmicas de mercado e a crescente valorização de ambientes de trabalho mais colaborativos e humanos têm impulsionado a busca por novos paradigmas de liderança.
Um exemplo notável dessa transição é a trajetória de Natalie Ardrizzo, CEO da Termolar, fabricante gaúcha de soluções térmicas. Inicialmente, sua liderança era marcada por uma mentalidade combativa, influenciada por sua prática de esportes de combate como o jiu-jítsu. Essa abordagem, embora eficaz em momentos de crise, demonstrou ser insustentável a longo prazo, gerando alto custo pessoal e profissional.
A virada na liderança de Natalie ocorreu quando ela substituiu a prática de lutas pela dança, um movimento simbólico que a levou a adotar uma postura mais receptiva e intuitiva. Essa mudança se refletiu na gestão da Termolar, transformando uma liderança agressiva e racional em um modelo mais humano, intuitivo e feminino. Ardrizzo percebeu que a consciência dos próprios limites e a capacidade de