Incêndios no Chile
Adicionado evento de 18/01/2026 sobre 16 mortes e milhares de desabrigados devido aos incêndios, e a informação de 24 incêndios ativos.
Os incêndios florestais no Chile são um problema recorrente, especialmente nas regiões centro-sul do país. Em janeiro de 2026, o presidente Gabriel Boric decretou estado de catástrofe nas regiões de Ñuble e Biobío devido à gravidade dos focos de incêndio, que resultaram na evacuação de milhares de pessoas, na destruição de áreas habitadas e na morte de 16 pessoas, deixando milhares de desabrigados. O país tem enfrentado eventos de grande escala, como os incêndios de fevereiro de 2024, que causaram um número significativo de mortes e afetaram milhares de pessoas.
Os incêndios florestais têm se tornado um desafio constante para o Chile, com eventos de grande proporção registrados nos últimos anos, particularmente na região centro-sul. Em 18 de janeiro de 2026, a situação se agravou nas regiões de Ñuble e Biobío, localizadas a cerca de 500 km ao sul de Santiago, onde 12 dos 19 incêndios ativos no país estavam concentrados. Na manhã de domingo, a agência florestal chilena informou que os bombeiros estavam combatendo 24 incêndios ativos em todo o país. O presidente Gabriel Boric declarou estado de catástrofe para mobilizar todos os recursos disponíveis no combate às chamas e no apoio às comunidades afetadas. As chamas atingiram zonas habitadas, como os municípios de Penco e Lirquen, na região de Biobío, levando à evacuação de aproximadamente 20 mil pessoas e causando a destruição de veículos e infraestrutura, além de 16 mortes e milhares de desabrigados. Incidentes anteriores, como os incêndios de 2 de fevereiro de 2024 nos arredores de Viña del Mar, resultaram em 138 mortes e afetaram 16 mil pessoas, demonstrando a severidade e o impacto humano desses desastres.