A Gratificação de Desempenho e Alinhamento Estratégico (GDAE) foi uma remuneração variável no serviço público federal brasileiro, criada para vincular a remuneração dos servidores ao desempenho individual e institucional, alinhando suas ações aos objetivos estratégicos. Embora a GDAE específica tenha sido substituída ou incorporada, o conceito de gratificações de desempenho permanece relevante na gestão pública. Seu objetivo era modernizar a administração e aumentar a eficiência, mas enfrentou desafios na medição justa do desempenho e na percepção de equidade.
A Gratificação de Desempenho e Alinhamento Estratégico (GDAE) foi uma modalidade de remuneração variável no serviço público federal brasileiro, criada com o objetivo de vincular parte da remuneração dos servidores ao desempenho individual e institucional, buscando alinhar as ações dos funcionários com os objetivos estratégicos das organizações. Embora o conceito de gratificações de desempenho ainda seja presente no serviço público, a GDAE específica foi substituída ou incorporada por outras gratificações ao longo do tempo, refletindo a constante evolução das políticas de gestão de pessoas no setor público.
A implementação de gratificações de desempenho no Brasil, como a GDAE, insere-se em um movimento mais amplo de modernização da gestão pública, que busca aumentar a eficiência e a produtividade dos servidores. A ideia central era criar incentivos para que os funcionários públicos se empenhassem mais em suas tarefas, contribuindo diretamente para o alcance das metas institucionais. Esse modelo de remuneração estratégica, que liga o desempenho individual e organizacional à compensação, é adotado por diversos países da OCDE e tem sido objeto de estudos sobre sua eficácia e os desafios de sua implementação, especialmente em relação à percepção de justiça e motivação dos servidores. A GDAE, em particular, visava aprimorar a gestão por resultados, incentivando o alinhamento das atividades diárias dos servidores com os planos estratégicos de suas respectivas instituições. No entanto, a complexidade de se medir o desempenho de forma justa e transparente, bem como a coexistência de diferentes regimes de remuneração, gerou debates e a necessidade de revisões contínuas nas políticas de gratificações.