Gilberto Kassab é um influente político brasileiro, presidente nacional do PSD, que busca consolidar uma candidatura de centro para as eleições presidenciais de 2026. Após a desistência de Tarcísio de Freitas, o PSD, sob sua liderança, foca em lançar um candidato próprio, com nomes como Ronaldo Caiado e Eduardo Leite em consideração. O partido demonstrou crescimento significativo, tornando-se a terceira maior bancada na Assembleia Legislativa de São Paulo, reforçando sua relevância no cenário político nacional.
Gilberto Kassab é um político brasileiro, presidente nacional do Partido Social Democrático (PSD) e ex-secretário de Governo e Relações Institucionais no governo de São Paulo. Ele é uma figura influente na política nacional, buscando consolidar uma candidatura de centro para as eleições presidenciais de 2026. O PSD, sob sua liderança, tem demonstrado um crescimento significativo em sua representatividade, como evidenciado pelo aumento de sua bancada na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).
Gilberto Kassab tem atuado na articulação política, especialmente na busca por uma candidatura de centro para a Presidência da República em 2026. Inicialmente, ele apoiava a candidatura do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), à Presidência. No entanto, Tarcísio tem negado essa pretensão, reiterando seu foco na reeleição em São Paulo. Kassab, que integrava o governo de Tarcísio como secretário, deixou o cargo para focar nas movimentações partidárias.
Com a desistência de Tarcísio, Kassab e o PSD passaram a focar no lançamento de um candidato próprio à Presidência, com a decisão prevista para até 15 de abril. O partido reúne pré-candidatos como Ronaldo Caiado (governador de Goiás, que se filiou ao PSD em um movimento coordenado), Ratinho Júnior (governador do Paraná) e Eduardo Leite (governador do Rio Grande do Sul). Kassab defende a ideia de que há um espaço significativo para uma candidatura moderada de centro, capaz de dialogar tanto com a direita quanto com a esquerda em um eventual segundo turno.
Recentemente, o PSD demonstrou sua força na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) com o fim da janela partidária. O partido de Kassab saltou de 4 para 11 parlamentares, tornando-se a terceira maior bancada da Casa. Este movimento incluiu a filiação de Barros Munhoz, ex-tucano que ocupa um assento na Mesa Diretora. Em contraste, o PSDB, que antes era a quarta maior bancada, encolheu 75%, passando de 8 para 2 deputados e caindo para a décima posição. Partidos como Cidadania, PDT e Rede perderam sua representação na Alesp, enquanto o recém-criado Missão passou a ter um deputado.