General Atomics MQ-1 Predator
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O General Atomics MQ-1 Predator, frequentemente referido como "drone Predator", é uma aeronave remotamente pilotada (RPA) desenvolvida pela General Atomics Aeronautical Systems. Concebido no início dos anos 1990 para missões de reconhecimento aéreo e observação avançada, o Predator foi posteriormente modificado para transportar e disparar mísseis AGM-114 Hellfire e outras munições. Foi amplamente utilizado pela Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) e pela Agência Central de Inteligência (CIA) em diversas operações militares e de inteligência, tornando-se um marco na história dos veículos aéreos não tripulados (VANTs) de combate.
O desenvolvimento do Predator começou nos anos 1980, quando a CIA e o Pentágono iniciaram experimentos com aeronaves de reconhecimento não tripuladas. No início dos anos 1990, a CIA demonstrou interesse no drone "Amber", desenvolvido por Abraham Karem, ex-designer-chefe da Força Aérea Israelense. Após a falência da empresa de Karem, a CIA adquiriu secretamente cinco drones, então chamados "Gnat". Karem foi contratado para desenvolver um motor mais silencioso para a aeronave, que resultou no projeto conhecido como "Predator". O Predator entrou em serviço em 1995 e foi implantado em vários conflitos, incluindo a Guerra no Afeganistão, a Guerra do Iraque e intervenções na Bósnia, Iêmen e Líbia. A USAF o aposentou em 2018, substituindo-o pelo MQ-9 Reaper.