Fake news sobre programas sociais são informações falsas disseminadas, principalmente em redes sociais, para confundir e manipular beneficiários de programas como o Bolsa Família, gerando preocupação e desinformação. Essas notícias falsas frequentemente alertam sobre supostas mudanças de regras ou novas restrições, sendo consideradas crimes. A Polícia Federal está investigando a origem e os responsáveis por essas práticas, que têm se intensificado, especialmente em períodos eleitorais, visando desestabilizar a confiança nos programas e prejudicar os beneficiários mais vulneráveis.
As fake news sobre programas sociais referem-se à disseminação de informações falsas ou enganosas, especialmente em redes sociais, com o objetivo de confundir ou manipular beneficiários de programas do governo federal, como o Bolsa Família. Essas notícias falsas podem alertar sobre supostas mudanças de regras, criação de novas condicionalidades ou restrições, gerando preocupação e desinformação entre os beneficiários. A Polícia Federal (PF) tem sido acionada para investigar a origem e os responsáveis por essas práticas, que são consideradas crimes.
A disseminação de fake news sobre programas sociais tem se intensificado, especialmente em períodos eleitorais, visando desestabilizar a confiança nos programas e prejudicar os beneficiários. Um exemplo notório foi a notícia falsa de que o Bolsa Família seria pago apenas a pessoas com filhos, o que foi veementemente desmentido pelo ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias. Ele classificou a prática como um crime, destacando o potencial de dano psicológico e social que tais informações podem causar, especialmente a idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade. A rede federal de fiscalização dos programas sociais, que inclui a Polícia Federal, foi acionada para combater essas irregularidades e identificar os responsáveis.
29 de jan, 2026