O incidente teve início na noite de domingo, 1º de março de 2026, quando uma explosão subterrânea foi registrada na Rua da Consolação, no sentido da Avenida Paulista. A força da explosão abriu uma cratera no asfalto, levando à interdição da via. Esta interdição durou quase 30 horas, sendo a rua liberada apenas na manhã de terça-feira, 3 de março, por volta das 6h20, conforme confirmado pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Durante o bloqueio, motoristas foram obrigados a desviar suas rotas, e mais de 20 linhas de ônibus municipais tiveram sua circulação afetada. Na segunda-feira, 2 de março, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, responsabilizou publicamente a Enel Distribuição São Paulo, concessionária de energia da capital e Grande São Paulo, pelo evento. A Enel, por sua vez, informou que a explosão foi causada pelo acúmulo de gases inflamáveis em uma galeria subterrânea, destacando que a rede elétrica subterrânea não foi danificada e que o local possuía apenas cabos de energia, sem equipamentos como transformadores. A origem exata dos gases inflamáveis permanece desconhecida e sob investigação pela companhia, que também garantiu o monitoramento contínuo da área.