Em dezembro de 2025 e janeiro de 2026, os Estados Unidos, em retaliação a um ataque que vitimou militares americanos, lançaram a operação "Hawkeye Strike", uma série de ataques aéreos de grande escala contra alvos do Estado Islâmico na Síria. Esta ação foi coordenada com o governo sírio pós-Assad, que coopera com a coalizão liderada pelos EUA no combate ao terrorismo. Contudo, o cenário sírio permanece complexo, com o governo enfrentando conflitos internos com forças curdas, como os embates em Aleppo, apesar dos esforços antiterroristas conjuntos.
Em dezembro de 2025 e janeiro de 2026, os Estados Unidos, em conjunto com forças aliadas, realizaram uma série de ataques aéreos de grande escala contra alvos do Estado Islâmico (EI) na Síria. A operação, batizada de "Hawkeye Strike", foi uma retaliação a um ataque anterior que resultou na morte de militares americanos e um intérprete civil. As ações foram coordenadas com o governo sírio, que derrubou o regime de Bashar al-Assad no ano anterior e tem cooperado com a coalizão liderada pelos EUA no combate ao terrorismo. Paralelamente aos esforços antiterroristas, o governo sírio enfrenta conflitos internos, como os embates com forças curdas em Aleppo, evidenciando a complexidade do cenário pós-guerra civil.
Desde a derrubada do regime de Bashar al-Assad em 2024, a Síria tem sido governada por uma coalizão de ex-rebeldes, incluindo antigos membros do braço sírio da Al Qaeda que romperam com o grupo e se opuseram ao Estado Islâmico. Os Estados Unidos mantêm uma presença militar de aproximadamente 1.000 soldados na Síria, liderando uma coalizão que realiza ataques aéreos e operações terrestres contra o EI. A cooperação entre o governo sírio e a coalizão liderada pelos EUA foi formalizada após a visita do presidente sírio, Ahmed al-Sharaa, à Casa Branca, resultando em um acordo para combater o ISIS. Contudo, o cenário político interno da Síria permanece volátil, com o governo islamista em Damasco enfrentando desafios de integração e conflitos com as forças curdas, que controlam grande parte do nordeste do país e possuem sua própria administração e forças armadas. Um acordo assinado em março para integrar os curdos às novas instituições estatais encontra-se paralisado, levando a confrontos armados, como os observados em Aleppo.