As eleições presidenciais de Honduras, realizadas em 30 de novembro de 2025, foram marcadas por controvérsias, atrasos na apuração e acusações de fraude, com Nasry Asfura liderando por uma pequena margem sobre Salvador Nasralla. O processo eleitoral enfrentou falhas técnicas no sistema de apuração, denúncias de manipulação e politização do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), gerando instabilidade política e incidentes de violência. A situação atual é de incerteza, com o presidente do Congresso Nacional se recusando a validar os resultados e os Estados Unidos impondo sanções a um oficial eleitoral.
As eleições presidenciais de Honduras, realizadas em 30 de novembro de 2025, enfrentam graves controvérsias devido a atrasos na apuração de votos, falhas técnicas e múltiplas acusações de fraude. Com 99,4% das atas apuradas, Nasry Asfura liderava com 40,52% contra 39,20% de Salvador Nasralla. O processo foi marcado por denúncias de manipulação, interferência externa e politização do Conselho Nacional Eleitoral (CNE). Após as eleições, incidentes de violência foram registrados, incluindo um ataque a uma deputada em janeiro de 2026.
O pleito ocorreu em um contexto de instabilidade política, com alegações de influência do crime organizado ligado ao narcotráfico e pressões externas. A apuração, gerida pela empresa colombiana ASD, sofreu sucessivas falhas informáticas no sistema Trep (resultados preliminares). O CNE é composto por representantes dos três partidos majoritários, o que gerou críticas de politização. Anteriormente, Donald Trump perdoou um ex-presidente hondurenho condenado por tráfico de drogas, e apoiou Asfura. As eleições de novembro foram amplamente marcadas por acusações de interferência externa e fraude.