Conselho da Paz de Trump
Artigo adicionado: "US$ 1 bi por vaga, Lula convidado e Trump no comando: o que é o Conselho da Paz?". Adicionado evento de 18/01/2026 sobre detalhes do estatuto do Conselho da Paz, incluindo a cobrança de US$ 1 bilhão por vaga, mandatos diferenciados e a concentração de poderes no presidente do órgão, e a confirmação do convite ao presidente Lula.
O Conselho de Paz de Gaza é uma iniciativa proposta pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como parte da segunda fase de um acordo de paz para o território palestino. Seu objetivo é estabelecer um governo de transição e encerrar o conflito entre Israel e o Hamas. O conselho visa discutir questões como governança, relações regionais, reconstrução, atração de investimentos e mobilização de capital para a Faixa de Gaza. A participação no conselho pode ser por um mandato de três anos, com a possibilidade de cargo vitalício para membros que contribuam com US$ 1 bilhão em fundos em dinheiro, embora a Casa Branca negue a existência de uma taxa mínima de adesão, afirmando que a contribuição oferece filiação permanente a países parceiros que demonstrem profundo compromisso com a paz. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi convidado a integrar o conselho, mas ainda não se manifestou sobre a aceitação. O rascunho do estatuto do conselho prevê a concentração de poderes na figura do presidente do órgão.
A criação do Conselho de Paz de Gaza foi anunciada por Donald Trump em janeiro de 2026, como um elemento central do plano apoiado por Washington para pôr fim à guerra na região. A iniciativa surge em um cenário de intensas operações militares israelenses na Faixa de Gaza, iniciadas em outubro de 2023, e busca estabelecer uma estrutura para a estabilização e reconstrução do território. O projeto de estatuto do conselho, acessado pela agência Bloomberg News, detalha as condições de adesão, incluindo a sugestão de que países paguem US$ 1 bilhão para permanecer no conselho, com mandatos de até três anos para os países-membros. A Casa Branca, no entanto, classificou a reportagem como "enganosa", negando a exigência de uma taxa mínima de adesão e afirmando que a contribuição de US$ 1 bilhão oferece filiação permanente a países parceiros que demonstrem profundo compromisso com a paz. O rascunho do estatuto também aponta para a concentração de poderes na figura do presidente do conselho. Paralelamente, foi designado o major-general americano Jasper Jeffers para dirigir a Força Internacional de Estabilização (ISF) em Gaza, com a missão de manter a segurança e treinar uma nova força policial.