Adicionado evento de 19/02/2026 sobre a prisão do ex-príncipe Andrew e a avaliação do governo britânico para retirá-lo da linha de sucessão.
Visão geral
O Caso Epstein nos EUA refere-se à investigação e repercussões em torno de Jeffrey Epstein, um bilionário americano acusado de tráfico sexual internacional de menores e de operar uma rede de exploração sexual. Epstein foi preso em julho de 2019 e, um mês depois, foi encontrado morto em sua cela, em um aparente suicídio. O caso ganhou notoriedade pela proximidade de Epstein com figuras políticas e celebridades, e pela controvérsia em torno da divulgação dos arquivos da investigação, que revelam detalhes sobre suas atividades e conexões. O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, defendeu publicamente que o ex-príncipe Andrew deponha perante uma comissão do Congresso norte-americano para ajudar as vítimas, dada a continuidade das revelações sobre seus vínculos com Epstein, incluindo novas imagens e alegações de encontros sexuais em propriedades reais. Mais recentemente, o caso gerou uma crise política no Reino Unido, com a renúncia do chefe de gabinete de Keir Starmer, Morgan McSweeney, devido à polêmica em torno da nomeação de Peter Mandelson como embaixador do Reino Unido nos EUA, apesar de seus laços com Epstein e novas revelações de que Mandelson teria enviado informações sensíveis do mercado para Epstein durante a crise financeira de 2008. Nos EUA, a procuradora-geral Pam Bondi tem enfrentado acusações de parlamentares republicanos de ocultar nomes de associados poderosos de Epstein e de censurar excessivamente os arquivos divulgados, gerando um debate acalorado sobre a transparência do Departamento de Justiça. A divulgação dos arquivos expôs em detalhes implacáveis as atividades de uma elite irresponsável, composta por homens ricos e poderosos dos negócios, política, academia e show business, que concederam carta branca a Epstein em troca de dinheiro, conexões, jantares suntuosos, um avião particular, uma ilha isolada e, em alguns casos, sexo. Essa história de impunidade ressoa em meio à crescente raiva populista e à desigualdade de renda, destacando um nível de corrupção que o público agora está vendo completamente. A rede de Epstein incluía figuras como Bill Clinton, Kevin Spacey, Elon Musk, Donald Trump, Woody Allen, Noam Chomsky, Kenneth W. Starr, Kathryn Ruemmler, Steve Bannon, Deepak Chopra, Barry Josephson, Larry Summers, o ex-príncipe Andrew, Sarah Ferguson, a princesa herdeira Mette-Marit da Noruega e diversos titãs financeiros. Apesar da vasta rede de contatos, a influência de Epstein na formulação de políticas americanas era insignificante, e notavelmente ausentes de seu círculo estavam promotores federais, juízes ou agentes da lei que poderiam tê-lo impedido de escapar da justiça por mais tempo. As vítimas e alguns parlamentares continuam a exigir mais transparência e responsabilização, questionando por que nenhum dos amigos ou associados masculinos de Epstein foi preso por seu comportamento. O caso também alimentou diversas teorias conspiratórias, como o “Pizzagate”, devido à natureza obscura dos documentos e à produção desleixada dos mesmos. Uma pesquisa recente da Reuters/Ipsos, realizada em fevereiro de 2026, revelou que 69% dos americanos acreditam que os arquivos de Epstein demonstram que pessoas poderosas nos EUA raramente são responsabilizadas por suas ações, uma percepção compartilhada por mais de 80% tanto de republicanos quanto de democratas. As revelações levaram à renúncia de executivos da Goldman Sachs e da Hyatt Hotels, embora outras figuras mencionadas nos documentos, como Howard Lutnick e Mehmet Oz, tenham mantido seus cargos. O escândalo continua a ser uma dor de cabeça política para o presidente Donald Trump, que enfrenta críticas sobre a transparência de seu governo na divulgação dos arquivos. Há uma divisão partidária sobre a continuidade do debate público sobre o caso, com republicanos mais inclinados a encerrar a discussão do que os democratas. Internacionalmente, um painel de especialistas independentes do Conselho de Direitos Humanos da ONU sugeriu, em fevereiro de 2026, a existência de uma “organização criminosa global” ligada à rede de Epstein, alegando atos que potencialmente constituem crimes contra a humanidade. A França, por sua vez, reabriu investigações sobre tráfico humano e fraude financeira entre os contatos de Epstein, dada a sua frequente visita a Paris e a posse de um apartamento de luxo na cidade, sendo o único país fora dos EUA onde Epstein possuía propriedades. Autoridades francesas esperam que a publicidade incentive novas vítimas a se manifestarem. No Reino Unido, a polícia britânica, incluindo a Polícia de Surrey, iniciou investigações sobre denúncias de tráfico de mulheres e abuso sexual de menores ligadas aos arquivos de Epstein, com foco em um relatório do FBI sobre atividades entre 1994 e 1996 em Virginia Water. Quatro forças policiais britânicas estão analisando documentos relacionados ao ex-príncipe Andrew e a Epstein, enquanto o ex-primeiro-ministro Gordon Brown pediu uma investigação mais aprofundada sobre os voos de Epstein para aeroportos locais, especialmente aqueles envolvendo o ex-príncipe Andrew. Mais recentemente, em 19 de fevereiro de 2026, o ex-príncipe Andrew foi preso sob suspeita de má conduta em cargo público e, após ser liberado, o governo britânico começou a avaliar a apresentação de um projeto de lei para retirá-lo da linha de sucessão ao trono, uma medida que exigiria aprovação parlamentar e o endosso dos países da Commonwealth.
Contexto e histórico
Jeffrey Epstein foi um financista conhecido por seu círculo social influente. As acusações de abuso sexual e tráfico de menores surgiram publicamente em 2006, levando a um acordo judicial controverso em 2008. Em 2019, novas acusações resultaram em sua prisão. A divulgação de documentos relacionados ao caso tem sido um ponto de tensão política nos EUA, especialmente devido às menções a indivíduos proeminentes e à pressão por transparência. As revelações mais recentes de janeiro de 2026, incluindo 3 milhões de páginas de documentos, 2.000 vídeos e 180 mil imagens, aprofundam o conhecimento sobre as relações de Epstein com figuras poderosas e as alegações levantadas contra ele e seus associados. Os arquivos detalham o tempo de Epstein na prisão, incluindo um relatório psicológico, e sua morte, juntamente com registros da investigação sobre Ghislaine Maxwell. E-mails revelam convites de Epstein ao 'Duque' (Andrew Mountbatten-Windsor) para encontrar uma mulher russa e discussões sobre jantares no Palácio de Buckingham. Outros e-mails mostram Epstein enviando dinheiro para o brasileiro Reinaldo Avila da Silva, marido do lorde Peter Mandelson, e Mandelson pedindo para se hospedar em propriedades de Epstein. Documentos recém-publicados também sugerem que Mandelson enviou informações sensíveis do mercado para Epstein durante a crise financeira de 2008 e revelam registros de pagamentos totalizando 75.000 dólares em 2003 e 2004 de Epstein para contas ligadas a Mandelson ou seu marido. O Departamento de Justiça dos EUA indicou que esta pode ser a última grande liberação de arquivos, afirmando que o processo de identificação e revisão de documentos está concluído. No entanto, democratas questionam a retenção de milhões de páginas de documentos sem justificativa adequada. Mais recentemente, em fevereiro de 2026, a procuradora-geral Pam Bondi foi acusada por parlamentares republicanos, como Thomas Massie, de ocultar nomes de associados de Epstein, como o bilionário Leslie Wexner, em documentos do FBI e de realizar censuras excessivas nos arquivos divulgados. Bondi defendeu a atuação do Departamento de Justiça, mas a discussão evidenciou a frustração dos congressistas com a quantidade de material retido e editado, que parece ir além das isenções permitidas pela lei federal. As vítimas de Jeffrey Epstein, no entanto, expressaram frustração com as divulgações, afirmando que, apesar da publicação de milhões de documentos, os supostos agressores “continuam ocultos e protegidos”. Elas denunciam que os arquivos contêm informações que permitem sua identificação, enquanto os homens que as abusaram permanecem anônimos, e exigem a publicação completa dos arquivos Epstein, cobrando depoimento da procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi ao Congresso. Os documentos divulgados mencionam figuras como Elon Musk, Bill Gates, Howard Lutnick, Richard Branson, Steve Tisch e o ex-príncipe britânico Andrew, detalhando interações e alegações variadas. Novas revelações de fevereiro de 2026, a partir de documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA, incluem e-mails que mostram o ex-príncipe Andrew mantendo contato regular com Epstein por mais de dois anos após a condenação do financista por crimes sexuais contra crianças. Os arquivos também contêm fotos que parecem retratar Andrew com uma mulher não identificada, ajoelhado e tocando sua cintura. Alegações adicionais, reportadas pela BBC e pelo advogado Brad Edwards, indicam que uma mulher não britânica foi enviada por Epstein ao Reino Unido para um encontro sexual com Andrew em 2010, em uma propriedade real no Castelo de Windsor. A análise dos arquivos revelou uma rede de pessoas cujas vidas luxuosas contrastavam com as dificuldades dos americanos comuns, com Epstein no centro como um predador sexual que se cercava de poderosos. A extensão da cumplicidade da elite em seu mundo chocou muitos, evidenciando um nível de corrupção que se tornou totalmente visível. Mensagens perturbadoras foram encontradas, como um e-mail de um associado censurado que dizia: “sua garotinha mais nova foi um pouco travessa”, e Epstein instruindo um destinatário a comprar brinquedos sexuais e “falar o mais sujo, vulgar e imaginativo que puder”. Outro e-mail de 2009, endereçado a Sultan Ahmed bin Sulayem, mencionava: “Adorei o vídeo da tortura”. A natureza obscura de algumas dessas mensagens, juntamente com a produção desleixada dos documentos, alimentou teorias conspiratórias, como o “Pizzagate”, apesar das diferenças nos detalhes. A presença de uma figura não registrada em vídeos da prisão na noite da morte de Epstein também gerou especulações sobre um possível assassinato, e a ausência de uma tatuagem descrita por Epstein em fotos de seu corpo levantou dúvidas sobre sua morte. Parlamentares como Ro Khanna e Marjorie Taylor Greene, que trabalharam para a divulgação dos documentos, expressaram preocupação com a imaturidade e arrogância da elite exposta pelos arquivos. Greene, em particular, sente-se vindicada ao ver o comportamento da classe governante masculina que ela e outros acreditavam existir, mas lamenta que nenhum dos associados masculinos de Epstein tenha sido preso. Mais recentemente, em 18 de fevereiro de 2026, uma pesquisa Reuters/Ipsos revelou que a maioria dos americanos acredita que os arquivos de Epstein demonstram a impunidade de pessoas poderosas nos EUA, uma percepção que atravessa as linhas partidárias. As revelações continuam a ter repercussões, levando à renúncia de executivos da Goldman Sachs e da Hyatt Hotels, e mantendo o caso como um ponto de atrito político para o presidente Donald Trump. Em 18 de fevereiro de 2026, a França abriu investigações abrangentes sobre tráfico humano e fraude financeira entre os contatos de Epstein, baseando-se em material público e denúncias de grupos de proteção à criança. As investigações se dividirão em tráfico de pessoas e crimes financeiros como lavagem de dinheiro, corrupção e fraude fiscal. Autoridades francesas esperam que a publicidade incentive novas vítimas a se manifestarem. Cinco promotores vasculharão os arquivos em busca de envolvimento de cidadãos franceses. Investigações preliminares já foram abertas contra o ex-ministro da Cultura Jack Lang e sua filha Caroline por suspeita de fraude fiscal, e contra o diplomata Fabrice Aidan por suspeita de transferência de documentos da ONU para Epstein, acusação que Aidan nega. Epstein visitava Paris frequentemente e possuía um apartamento de luxo perto do Arco do Triunfo, o que torna a França um ponto chave nas investigações, sendo o único país fora dos EUA onde ele possuía propriedades. Promotores franceses haviam encerrado uma investigação anterior em 2023, após a morte de Jean-Luc Brunel, um importante associado de Epstein. Um painel de especialistas independentes do Conselho de Direitos Humanos da ONU sugeriu, em 17 de fevereiro de 2026, a existência de uma “organização criminosa global” ligada à rede de Epstein, alegando atos que potencialmente constituem crimes contra a humanidade. No Reino Unido, a Polícia de Surrey anunciou em 18 de fevereiro de 2026 que está investigando um relatório do FBI sobre tráfico de pessoas e abuso sexual de menores ocorrido entre 1994 e 1996 em Virginia Water, encorajando qualquer pessoa com informações a se apresentar, já que não há registros anteriores dessas acusações em seus sistemas. Outras quatro forças policiais britânicas também confirmaram estar analisando documentos relacionados ao ex-príncipe Andrew e a Epstein. O ex-primeiro-ministro Gordon Brown pediu uma investigação mais aprofundada sobre os voos de Epstein para aeroportos locais, especialmente aqueles que envolveram o ex-príncipe Andrew, citando a falta de verificação adequada de provas cruciais. Em 19 de fevereiro de 2026, o ex-príncipe Andrew foi preso sob suspeita de má conduta em cargo público e, após ser liberado, o governo britânico começou a avaliar a apresentação de um projeto de lei para retirá-lo da linha de sucessão ao trono. Esta medida, que impediria Andrew de se tornar monarca, exigiria a aprovação do Parlamento britânico e o endosso dos 14 países da Commonwealth que têm o monarca britânico como chefe de Estado. O ministro da Defesa, Luke Pollard, declarou que a medida é “o certo a fazer” e confirmou a colaboração com o Palácio de Buckingham para evitar que Andrew permaneça “a um batimento cardíaco do trono”.
Linha do tempo
Julho de 2019: Jeffrey Epstein é preso sob acusações de tráfico sexual internacional.
Agosto de 2019: Epstein é encontrado morto em sua cela, em aparente suicídio.
Novembro de 2025: O Congresso dos EUA aprova um projeto de lei determinando a liberação dos arquivos da investigação do caso Epstein, sancionado pelo presidente Donald Trump.
12 de novembro de 2025: O Congresso dos EUA divulga mais de 20 mil páginas de arquivos, incluindo e-mails que sugerem que Donald Trump tinha conhecimento da conduta de Epstein.
18 de dezembro de 2025: Democratas do Comitê de Supervisão da Câmara dos EUA divulgam 68 novas fotos do acervo de Epstein, incluindo imagens de mulheres com trechos do livro "Lolita" escritos no corpo e passaportes de jovens de diversos países.
19 de dezembro de 2025: O Departamento de Justiça dos EUA divulga centenas de milhares de páginas de arquivos da investigação, com a promessa de mais liberações nas semanas seguintes. A Lei de Transparência dos Arquivos Epstein (Epstein Files Transparency Act) determinava que todos os documentos do Departamento de Justiça fossem publicados até esta data, mas a publicação foi atrasada.
Dezembro de 2024: Peter Mandelson é demitido de seu cargo de embaixador do Reino Unido nos EUA após vir à tona que ele havia enviado mensagens de apoio a Epstein após a condenação.
13 de janeiro de 2026: Bill e Hillary Clinton se recusam a cumprir uma intimação do Congresso para depor sobre o caso Epstein, alegando que as tentativas do comitê são "legalmente inválidas" e motivadas por tratamento seletivo. Parlamentares republicanos preparam processos por desacato ao Congresso contra eles.
30 de janeiro de 2026: O Departamento de Justiça dos EUA divulga o maior lote de arquivos até o momento, incluindo 3 milhões de páginas de documentos, 2.000 vídeos e 180 mil imagens. Os arquivos incluem detalhes sobre o tempo de Epstein na prisão, um relatório psicológico e sua morte, além de registros da investigação de Ghislaine Maxwell. E-mails entre Epstein e "O Duque" (Andrew Mountbatten-Windsor) são revelados, discutindo jantares no Palácio de Buckingham e uma oferta de Epstein para apresentar uma mulher russa ao Duque. Outros e-mails mostram Epstein enviando dinheiro para o brasileiro Reinaldo Avila da Silva e lorde Peter Mandelson pedindo para se hospedar em propriedades de Epstein. O vice-procurador-geral Todd Blanche afirma que a divulgação marca o fim do processo de identificação e revisão de documentos, mas democratas questionam a retenção de milhões de páginas.
31 de janeiro de 2026: Novos documentos relacionados a Jeffrey Epstein são divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA, incluindo imagens que mostram o ex-príncipe Andrew ajoelhado e tocando a cintura de uma mulher não identificada. E-mails convidando Epstein para conversar "em particular" no Palácio de Buckingham também são revelados. Uma mulher alega ter sido enviada por Epstein para um encontro sexual com Andrew em 2010, em uma propriedade real no Castelo de Windsor.
Principais atores
Jeffrey Epstein: Financista bilionário, acusado de tráfico sexual internacional de menores e de operar uma rede de exploração sexual. Seus arquivos revelam uma vasta rede de contatos influentes e mensagens perturbadoras que expõem a extensão de suas atividades e a cumplicidade de uma elite irresponsável. Epstein tinha CPF ativo no Brasil e cogitou solicitar cidadania brasileira. Possuía um apartamento de luxo em Paris, sendo a França o único país fora dos EUA onde ele tinha propriedades.
Donald Trump: Presidente dos EUA, amigo de Epstein entre as décadas de 1990 e 2000, cujo nome aparece em documentos e fotos do acervo de Epstein. Tem sido pressionado a divulgar os arquivos completos da investigação. Documentos recentes incluem cerca de 4.500 menções a Trump, algumas delas em denúncias não verificadas de abuso sexual, as quais ele nega. O Departamento de Justiça classificou algumas alegações sobre Trump como "falsas e sensacionalistas", afirmando que são infundadas e sem credibilidade. Sua amizade com Epstein é um dos muitos exemplos de como o financista se cercava de figuras poderosas. O escândalo do caso Epstein tem sido uma dor de cabeça política persistente para Trump, que enfrenta críticas de que seu governo não divulgou totalmente tudo o que sabia sobre o caso. Ele nega qualquer conhecimento dos crimes de Epstein e afirma ter rompido relações no início dos anos 2000, antes do acordo judicial de Epstein.
Bill Clinton: Ex-presidente dos EUA, também aparece em fotos do acervo de Epstein e teve uma amizade documentada com Epstein nas décadas de 1990 e 2000. Recusou-se a depor no Congresso sobre o caso, classificando a intimação como "legalmente inválida" e parte de um tratamento seletivo. Juntamente com Hillary, criticou o governo Trump por "atos sem precedentes" e indicou uma luta mais ativa contra as práticas republicanas. Em 2002, Epstein o recebeu para uma turnê por países africanos a bordo de seu jato particular.
Hillary Clinton: Ex-secretária de Estado dos EUA e ex-primeira-dama, recusou-se a depor no Congresso sobre o caso Epstein, alegando que a intimação era "legalmente inválida" e parte de um tratamento seletivo. Juntamente com Bill, criticou o governo Trump por "atos sem precedentes" e indicou uma luta mais ativa contra as práticas republicanas. E-mails mostram que Epstein a convidou para uma arrecadação de fundos em 2015, organizada por Howard Lutnick.
Ghislaine Maxwell: Parceira e confidente de Epstein, condenada por seu papel na rede de tráfico sexual. É a única outra pessoa, além de Epstein, acusada pelos crimes do financista. Imagens suas não foram censuradas nos documentos divulgados, e os novos arquivos incluem registros da investigação sobre ela. Permanece encarcerada.
Elon Musk: Empresário, mencionado em múltiplas mensagens de e-mail com Epstein entre 2012 e 2014, onde comparavam agendas para encontros na Flórida ou no Caribe, e em uma troca de mensagens de 2012 na qual Musk pergunta sobre uma "festa mais selvagem na sua ilha". Musk declarou que as mensagens podem ser "mal-interpretadas e usadas por meus detratores para manchar o meu nome", e pediu que a Justiça processe "aqueles que, ao lado de Epstein, cometeram crimes graves". Ele afirmou nas redes sociais que "teve pouquíssima correspondência com Epstein e recusou convites repetidos para ir à sua ilha."
Percepção Pública e Repercussões
As revelações dos arquivos de Epstein geraram uma forte reação pública nos EUA. Uma pesquisa Reuters/Ipsos, conduzida entre 14 e 18 de fevereiro de 2026, com 1.117 adultos americanos, revelou que 69% dos entrevistados acreditam que os arquivos "mostram que pessoas poderosas nos EUA raramente são responsabilizadas por suas ações". Essa percepção é amplamente compartilhada, com mais de 80% tanto de republicanos quanto de democratas concordando com a afirmação. A divulgação dos documentos tem sido uma fonte de persistente dor de cabeça política para o presidente Donald Trump, que tem sido criticado por seu governo não ter divulgado totalmente todas as informações sobre o caso. As repercussões das revelações também levaram a consequências para figuras proeminentes; executivos da Goldman Sachs e da Hyatt Hotels renunciaram a seus cargos. No entanto, outros indivíduos mencionados nos documentos, como Howard Lutnick e Mehmet Oz, mantiveram suas posições, sem acusações de irregularidades. A pesquisa também destacou uma divisão partidária sobre a continuidade do debate público sobre o caso: 67% dos republicanos acreditam que é hora de o país "deixar de falar sobre os arquivos de Epstein", enquanto apenas 21% dos democratas compartilham dessa opinião. Internacionalmente, a reabertura das investigações na França sobre tráfico humano e fraude financeira, e a sugestão de uma "organização criminosa global" pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU, indicam uma ampliação da percepção e das repercussões do caso Epstein para além das fronteiras americanas. No Reino Unido, a polícia britânica, incluindo a Polícia de Surrey, iniciou investigações sobre denúncias de tráfico de mulheres e abuso sexual de menores ligadas aos arquivos de Epstein, com o ex-primeiro-ministro Gordon Brown pedindo maior transparência e verificação de provas sobre os voos de Epstein para aeroportos locais, especialmente aqueles envolvendo o ex-príncipe Andrew. Em 19 de fevereiro de 2026, a prisão do ex-príncipe Andrew e a subsequente consideração do governo britânico de retirá-lo da linha de sucessão ao trono sublinham a gravidade contínua das repercussões do caso Epstein, afetando até mesmo a monarquia britânica. A necessidade de aprovação parlamentar e o endosso dos países da Commonwealth para tal mudança demonstram a complexidade e o alcance global do impacto do caso.
Termos importantes
Tráfico sexual internacional: Recrutamento, transporte, transferência, alojamento ou acolhimento de pessoas, recorrendo à ameaça ou uso da força ou a outras formas de coação, ao rapto, à fraude, ao engano, ao abuso de autoridade ou à situação de vulnerabilidade, ou à entrega ou aceitação de pagamentos ou benefícios para obter o consentimento de uma pessoa que tenha autoridade sobre outra, para fins de exploração sexual.
Acervo de Epstein: Conjunto de documentos, fotos e outros materiais apreendidos durante as investigações sobre Jeffrey Epstein, que contêm informações sobre suas atividades e conexões. A produção desleixada desses documentos pela administração Trump alimentou teorias conspiratórias.
Ilha Little Saint James: Propriedade de Epstein nas Ilhas Virgens dos EUA, conhecida como "Ilha do Prazer", onde parte dos crimes sexuais era cometida. Elon Musk recusou convites repetidos para ir a esta ilha.
Lei de Transparência dos Arquivos Epstein (Epstein Files Transparency Act): Lei que determinava a publicação de todos os documentos do Departamento de Justiça relacionados ao caso Epstein até 19 de dezembro de 2025.
Pizzagate: Teoria da conspiração desacreditada de 2016, que ganhou nova vida com as referências frequentes a pizza nos arquivos de Epstein, apesar de os locais e personagens serem quase totalmente diferentes.
Teorias da conspiração: Especulações febris, com pouca ou nenhuma base factual, geradas pela natureza obscura da vida de Epstein e pela produção desleixada dos documentos, como a possibilidade de Epstein ter sido assassinado ou de não estar morto.
Organização criminosa global: Termo usado por um painel de especialistas independentes do Conselho de Direitos Humanos da ONU em fevereiro de 2026 para descrever a rede de Epstein, sugerindo que seus atos podem constituir crimes contra a humanidade.
Virginia Water: Localidade britânica mencionada em um relatório do FBI sobre tráfico de pessoas e abuso sexual de menores entre 1994 e 1996, que está sendo investigado pela Polícia de Surrey.
Linha de sucessão ao trono britânico: Ordem de elegibilidade para se tornar monarca do Reino Unido. A remoção de um indivíduo desta linha exige a aprovação de uma lei no Parlamento britânico, a sanção real do monarca e o endosso dos 14 países da Commonwealth que têm o monarca britânico como chefe de Estado.
1 de fevereiro de 2026: O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirma publicamente que o ex-príncipe Andrew deveria depor perante uma comissão do Congresso norte-americano para explicar tudo o que sabe sobre Epstein, a fim de ajudar as vítimas. A declaração ocorre após a divulgação de novos documentos do Departamento de Justiça dos EUA que incluem e-mails mostrando contato regular entre Andrew e Epstein após a condenação deste último, e fotos que parecem retratá-lo com uma mulher não identificada. Alegações de que Epstein enviou uma mulher para um encontro sexual com Andrew em 2010 no Castelo de Windsor também são reportadas.
8 de fevereiro de 2026: Morgan McSweeney, chefe de gabinete do primeiro-ministro britânico Keir Starmer, renuncia assumindo a responsabilidade por aconselhar Starmer a nomear Peter Mandelson como embaixador nos EUA. Documentos recém-publicados sugerem que Mandelson enviou informações sensíveis do mercado para Epstein durante a crise financeira de 2008 e revelam registros de pagamentos de Epstein para contas ligadas a Mandelson ou seu marido. A Polícia Metropolitana do Reino Unido inicia uma investigação sobre Mandelson por possível má conduta em cargo público.
11 de fevereiro de 2026: Em uma audiência no Comitê Judiciário da Câmara dos EUA, o deputado republicano Thomas Massie acusa a procuradora-geral Pam Bondi de ocultar o nome do bilionário Leslie Wexner em um documento do FBI que lista possíveis co-conspiradores na investigação de tráfico sexual de Epstein. Parlamentares expressam frustração com a censura excessiva e a retenção de material por parte do Departamento de Justiça, apesar da lei federal que exige a divulgação de quase todos os arquivos.
14 de fevereiro de 2026: Jornalistas e pesquisadores continuam a vasculhar os arquivos de Epstein, que expõem as atividades de uma elite irresponsável e a cumplicidade de figuras poderosas no mundo de Epstein. A natureza obscura das mensagens e a produção desleixada dos documentos alimentam teorias conspiratórias, como o "Pizzagate", e levantam dúvidas sobre a morte de Epstein na prisão.
17 de fevereiro de 2026: Um painel de especialistas independentes do Conselho de Direitos Humanos da ONU sugere a existência de uma “organização criminosa global” ligada à rede de Epstein, alegando atos que potencialmente constituem crimes contra a humanidade.
18 de fevereiro de 2026: Uma pesquisa Reuters/Ipsos revela que 69% dos americanos acreditam que os arquivos de Epstein demonstram que pessoas poderosas nos EUA raramente são responsabilizadas por suas ações. A pesquisa também mostra uma divisão partidária sobre a necessidade de o país parar de discutir o caso.
18 de fevereiro de 2026: A França abre investigações abrangentes sobre tráfico humano e fraude financeira entre os contatos de Jeffrey Epstein, baseando-se em material público e denúncias de grupos de proteção à criança. As investigações se dividirão em tráfico de pessoas e crimes financeiros.
18 de fevereiro de 2026: A Polícia de Surrey, no Reino Unido, pede a colaboração de testemunhas para investigar denúncias de tráfico de mulheres e abuso sexual de menores entre 1994 e 1996 em Virginia Water, conforme um relatório do FBI. Quatro forças policiais britânicas confirmam estar analisando documentos relacionados ao ex-príncipe Andrew e a Epstein, e o ex-primeiro-ministro Gordon Brown pede uma investigação mais aprofundada sobre os voos de Epstein para aeroportos locais, citando a falta de verificação de provas cruciais.
19 de fevereiro de 2026: O ex-príncipe Andrew é preso sob suspeita de má conduta em cargo público e liberado após 11 horas, permanecendo sob investigação. O governo do Reino Unido começa a avaliar a apresentação de um projeto de lei para retirá-lo da linha de sucessão ao trono britânico.
Bill Gates: Cofundador da Microsoft, mencionado em anotações de Epstein de 2013 que sugeriam envolvimento em relações extraconjugais e uso de drogas. Um rascunho de e-mail de Epstein também afirma que Gates teve relações extraconjugais e tentou encobrir uma infecção sexualmente transmissível. Um porta-voz de Gates classificou as acusações como "absolutamente absurdas e completamente falsas", atribuindo-as à frustração de Epstein por não ter um relacionamento contínuo.
Howard Lutnick: Secretário de Comércio dos EUA, planejava visitar a ilha de Epstein em 2012 e o convidou para uma arrecadação de fundos em 2015 para Hillary Clinton, mostram e-mails. Ele havia afirmado anteriormente ter rompido relações com Epstein por volta de 2005. Não é acusado de irregularidades.
Richard Branson: Bilionário britânico, e-mails de 2013 sugerem uma relação próxima com Epstein, construída em parte pelo interesse em mulheres.
Steve Tisch: Produtor de cinema e co-proprietário do New York Giants, de 76 anos, associado a diversas mulheres em documentos de Epstein.
Príncipe Andrew (Andrew Mountbatten-Windsor): Ex-príncipe britânico, que perdeu seus títulos reais devido aos vínculos com Epstein. E-mails de agosto de 2010 revelam que Epstein o convidou para jantares no Palácio de Buckingham e ofereceu-se para apresentá-lo a uma mulher russa de 26 anos. Novos documentos de fevereiro de 2026 mostram que ele manteve contato regular com Epstein por mais de dois anos após a condenação do financista, e fotos parecem retratá-lo com uma mulher não identificada, ajoelhado e tocando sua cintura. Alegações recentes indicam que Epstein enviou uma mulher para um encontro sexual com Andrew em 2010 no Castelo de Windsor. Atualmente, quatro forças policiais britânicas estão analisando documentos relacionados a ele e a Epstein, e o ex-primeiro-ministro Gordon Brown pediu uma investigação mais aprofundada sobre seus voos com Epstein. Andrew negou repetidamente qualquer irregularidade, fez um pagamento não divulgado para encerrar um processo movido por Virginia Giuffre em 2022, e o rei Charles retirou seu título de príncipe e o expulsou de sua mansão em novembro de 2025. Ele é uma das figuras que Epstein concedeu favores e conviveu. Em 19 de fevereiro de 2026, foi preso sob suspeita de má conduta em cargo público e liberado após 11 horas, permanecendo sob investigação. O governo britânico está avaliando um projeto de lei para retirá-lo da linha de sucessão ao trono, uma medida que exigiria a aprovação do Parlamento e o endosso dos países da Commonwealth. Ele permanece como o oitavo na linha sucessória, apesar da destituição de seus títulos em outubro de 2025.
Reinaldo Avila da Silva: Brasileiro, marido do lorde Peter Mandelson. E-mails de 2009 mostram que Epstein enviou £10.000 para ele para um curso de osteopatia. Documentos recentes também revelam registros de pagamentos totalizando 75.000 dólares em 2003 e 2004 de Epstein para contas ligadas a ele ou Mandelson.
Lorde Peter Mandelson: Político britânico. E-mails de 2009 revelam que ele pediu para se hospedar em uma das propriedades de Epstein. Mandelson foi demitido de seu cargo de embaixador do Reino Unido nos EUA em dezembro de 2024 após vir à tona que ele havia enviado mensagens de apoio a Epstein após a condenação. Ele afirmou que se arrepende da amizade e nunca presenciou irregularidades. Documentos recém-publicados sugerem que Mandelson enviou informações sensíveis do mercado para Epstein durante a crise financeira de 2008 e revelam registros de pagamentos totalizando 75.000 dólares em 2003 e 2004 de Epstein para contas ligadas a ele ou seu marido. A Polícia Metropolitana do Reino Unido está investigando Mandelson por possível má conduta em cargo público, embora ele não seja acusado de crimes sexuais. Ele já havia renunciado duas vezes de cargos governamentais seniores devido a escândalos sobre dinheiro ou ética.
Comitê de Supervisão da Câmara dos EUA: Órgano responsável pela divulgação de parte dos arquivos e fotos do acervo de Epstein. De maioria republicana, foi acusado pelos Clinton de tratamento seletivo.
Departamento de Justiça dos EUA: Responsável pela investigação e pela liberação dos arquivos do caso, incluindo o maior lote de documentos em janeiro de 2026. Afirmou que este deve ser o último grande lote de arquivos e que a Casa Branca não teve envolvimento na triagem dos documentos. O vice-procurador-geral Todd Blanche negou a exclusão de material comprometedor sobre Trump e afirmou que o processo de identificação e revisão de documentos está concluído. Novos documentos divulgados em fevereiro de 2026 continuam a revelar detalhes sobre as conexões de Epstein. Em audiência de 11 de fevereiro de 2026, foi acusado por parlamentares de ocultar nomes de associados de Epstein e de censurar excessivamente os arquivos.
Vítimas: Mulheres e meninas abusadas e traficadas por Epstein e sua rede. Elas protestam que os agressores permanecem "ocultos e protegidos" e que os arquivos permitem sua identificação, exigindo a publicação completa dos documentos e o depoimento da procuradora-geral Pam Bondi. Elas não sentem que a divulgação dos arquivos seja um acerto completo, pois nenhum dos amigos ou associados masculinos de Epstein foi preso por seu comportamento.
Keir Starmer: Primeiro-ministro britânico, que publicamente defendeu em fevereiro de 2026 que o ex-príncipe Andrew deponha perante uma comissão do Congresso norte-americano para explicar tudo o que sabe sobre Epstein, a fim de ajudar as vítimas. Enfrenta uma crise política após a renúncia de seu chefe de gabinete devido à polêmica em torno da nomeação de Peter Mandelson. Starmer pediu desculpas por ter "acreditado nas mentiras de Mandelson" e o demitiu do cargo de embaixador em dezembro de 2024.
Morgan McSweeney: Chefe de gabinete do primeiro-ministro britânico Keir Starmer, que renunciou em 8 de fevereiro de 2026, assumindo a responsabilidade por aconselhar Starmer a nomear Peter Mandelson como embaixador nos EUA. Ele afirmou que a decisão foi errada e prejudicou o partido e o país.
Pam Bondi: Procuradora-geral dos EUA. Em 11 de fevereiro de 2026, enfrentou uma audiência acalorada no Comitê Judiciário da Câmara, onde foi acusada por parlamentares republicanos, como Thomas Massie, de ocultar nomes de associados poderosos de Epstein e de censurar excessivamente os arquivos divulgados. Bondi defendeu a atuação do Departamento de Justiça, mas foi criticada por ataques pessoais aos parlamentares e por elogios ao presidente Donald Trump. Ela afirmou ter dedicado sua carreira a lutar pelas vítimas, mas foi questionada por Pramila Jayapal sobre a divulgação inadvertida de nomes de vítimas.
Thomas Massie: Deputado republicano do Kentucky. Em 11 de fevereiro de 2026, acusou a procuradora-geral Pam Bondi de uma "falha grave" no cumprimento da lei ao questionar a supressão do nome de Leslie Wexner em um documento do FBI sobre possíveis co-conspiradores de Epstein. Ele trabalhou com Ro Khanna e Marjorie Taylor Greene para aprovar a legislação que obriga a divulgação dos documentos.
Leslie Wexner: Ex-presidente-executivo e fundador da L Brands (proprietária da Victoria’s Secret), que contratou Epstein como seu gerente financeiro pessoal a partir da década de 1980. Acusou Epstein de usar seu dinheiro para comprar propriedades e bens e diz ter rompido relações por volta de 2007. Negou ter conhecimento das atividades criminosas de Epstein e não foi acusado de qualquer delito criminal. Seu nome foi suprimido em um documento do FBI, gerando controvérsia na audiência de 11 de fevereiro de 2026.
Kevin Spacey: Ator, que em 2002 foi recebido por Epstein para uma turnê por países africanos a bordo de seu jato particular.
Woody Allen: Cineasta, uma das figuras que Epstein concedeu favores e conviveu.
Noam Chomsky: Linguista e intelectual, uma das figuras que Epstein concedeu favores e conviveu.
Kenneth W. Starr: Conselheiro independente na investigação de Clinton, uma das figuras que Epstein concedeu favores e conviveu.
Kathryn Ruemmler: Ex-assessora da Casa Branca de Obama, que renunciou em fevereiro de 2026 ao cargo de advogada-geral do Goldman Sachs em meio a investigações sobre seus laços com Epstein. Ela é uma das figuras que Epstein concedeu favores e conviveu.
Steve Bannon: Um dos principais aliados políticos de Trump, uma das figuras que Epstein concedeu favores e conviveu.
Deepak Chopra: Guru da Nova Era, uma das figuras que Epstein concedeu favores e conviveu.
Barry Josephson: Produtor de cinema, uma das figuras que Epstein concedeu favores e conviveu.
Larry Summers: Ex-presidente de Harvard e ex-secretário do Tesouro, uma das figuras que Epstein concedeu favores e conviveu.
Sarah Ferguson: Ex-duquesa de York, uma das figuras que Epstein concedeu favores e conviveu.
Princesa Herdeira Mette-Marit da Noruega: Uma das figuras que Epstein concedeu favores e conviveu.
James E. Staley: Ex-CEO do Barclays, que enviou um e-mail a Epstein em 2014 sugerindo que americanos da elite como eles dificilmente enfrentariam uma revolta populista. Ele é uma das figuras que Epstein concedeu favores e conviveu.
Sultan Ahmed bin Sulayem: Poderoso empresário dos Emirados Árabes Unidos, identificado como destinatário de um e-mail de Epstein em 2009 que dizia: "Adorei o vídeo da tortura."
Dr. Harry Fisch: Urologista de Epstein, que trocou e-mails com ele em 2018 com referências peculiares a "pizza e refrigerante de uva", o que alimentou teorias conspiratórias.
Ro Khanna: Deputado democrata da Califórnia, que trabalhou com Marjorie Taylor Greene e Thomas Massie para aprovar a legislação que obriga a divulgação dos documentos, mas descartou as teorias conspiratórias.
Marjorie Taylor Greene: Ex-deputada republicana, que trabalhou para a divulgação dos arquivos de Epstein e sente alguma vindicação sobre o comportamento da classe governante masculina exposta pelos documentos. Ela lamenta que nenhum dos associados masculinos de Epstein tenha sido preso.
Mehmet Oz: Administrador do Centro de Serviços Medicare e Medicaid dos EUA sob Trump, enviou um e-mail com um convite para uma festa de Dia dos Namorados em 2016 para Epstein, segundo documentos do Departamento de Justiça. Não é acusado de irregularidades.
Jack Lang: Ex-ministro da Cultura da França, atualmente sob investigação preliminar por suspeita de fraude fiscal em conexão com o caso Epstein.
Caroline Lang: Filha de Jack Lang, também sob investigação preliminar por suspeita de fraude fiscal em conexão com o caso Epstein.
Fabrice Aidan: Diplomata francês, sob investigação por suspeita de ter transferido documentos das Nações Unidas para Epstein. Ele nega a acusação.
Jean-Luc Brunel: Importante suspeito e associado de longa data de Epstein, cuja morte em uma prisão francesa em 2023 levou ao encerramento de uma investigação francesa anterior sobre as conexões de Epstein.
Gordon Brown: Ex-primeiro-ministro britânico, que pediu uma investigação mais aprofundada sobre os voos de Epstein para aeroportos locais, especialmente aqueles que envolveram o ex-príncipe Andrew, citando a falta de verificação adequada de provas cruciais.
Polícia de Surrey: Força policial britânica que, em 18 de fevereiro de 2026, anunciou a investigação de um relatório do FBI sobre tráfico de pessoas e abuso sexual de menores em Virginia Water entre 1994 e 1996, encorajando a colaboração de testemunhas.
Luke Pollard: Ministro da Defesa do Reino Unido, que em 19 de fevereiro de 2026, declarou apoio à medida de retirar o ex-príncipe Andrew da linha de sucessão, considerando-a "o certo a fazer" e confirmando a colaboração com o Palácio de Buckingham.