O primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, pediu o fim das sanções da União Europeia contra o petróleo e gás russos para combater a crise energética e restaurar o diálogo com Moscou.
O primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, pediu o fim das sanções da União Europeia sobre petróleo e gás russos, defendendo a restauração dos fluxos do oleoduto Druzhba. Fico, alinhado com o primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán, argumenta que a medida é crucial para combater a crise energética e garantir o fornecimento de energia na região. Ambos os líderes defendem a renovação do diálogo da UE com a Rússia, destacando que Hungria e Eslováquia foram os únicos países do bloco que ainda importavam petróleo russo em janeiro.
A posição eslovaca e húngara contrasta com a política geral da UE de reduzir a dependência energética da Rússia. A Hungria, inclusive, bloqueou um empréstimo da UE para a Ucrânia, acusando Kiev de atrasar reparos no oleoduto Druzhba. Em meio a essas discussões, a UE considera reviver medidas de crise energética de 2022, como a redução de tarifas de rede e impostos sobre eletricidade, enquanto outros cinco países propõem um imposto sobre lucros inesperados de empresas de energia devido ao aumento dos preços dos combustíveis.
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