A França anunciou que convocará o embaixador dos EUA, Charles Kushner, em resposta a declarações americanas sobre o assassinato do ativista de extrema-direita francês Quentin Deranque. O ministro das Relações Exteriores, Jean-Noel Barrot, criticou o que chamou de oportunismo político e interferência dos EUA no caso, que gerou comoção nacional após Deranque ser morto em uma briga com supostos ativistas de extrema-esquerda. A Embaixada dos EUA na França e o Departamento de Contraterrorismo alertaram sobre o aumento do radicalismo violento de esquerda, o que intensificou a controvérsia.
Além das declarações sobre o ativista, a França também levantará a questão das sanções dos EUA contra autoridades europeias, como Thierry Breton e Nicolas Guillou. Essas sanções são consideradas por Paris como um ataque à autonomia da União Europeia e à justiça internacional. O presidente francês, Emmanuel Macron, já havia solicitado ao presidente Donald Trump a suspensão dessas sanções, indicando uma tensão diplomática preexistente que agora se agrava com os recentes acontecimentos.
9 abr, 11:27
5 abr, 07:01
18 fev, 15:00
16 fev, 16:00
21 jan, 17:21