Wagner Moura critica políticas do ICE e compara governos Trump e Bolsonaro
O ator Wagner Moura expressou temor da agência de imigração dos EUA (ICE) e criticou suas políticas de deportação, traçando paralelos com a situação política brasileira.
Pontos principais
- Wagner Moura criticou a Agência de Imigração e Alfândega (ICE) dos EUA e suas políticas de deportação de imigrantes.
- O ator, residente em Los Angeles, afirmou ter medo de encontrar agentes do ICE, mesmo sendo uma figura pública.
- Moura relatou que muitos latinos estão se escondendo e evitando levar os filhos à escola por receio do ICE.
- Ele comparou a demonização de artistas e jornalistas nos governos Donald Trump e Jair Bolsonaro.
- O ator destacou a eficácia da extrema-direita em transformar artistas brasileiros em inimigos do povo.
O ator brasileiro Wagner Moura, que reside em Los Angeles, fez um desabafo contundente sobre as políticas da Agência de Imigração e Alfândega (ICE) dos Estados Unidos, expressando seu próprio medo de encontrar agentes da instituição. Moura relatou que a atuação do ICE tem gerado um clima de temor entre a comunidade latina, levando muitos a se esconderem e a evitarem atividades cotidianas, como levar os filhos à escola, por receio de deportação.
Além de criticar as ações do ICE, Moura traçou um paralelo entre a demonização de artistas e jornalistas observada nos governos de Donald Trump nos EUA e Jair Bolsonaro no Brasil. Ele apontou para a estratégia da extrema-direita em descredibilizar figuras públicas, transformando artistas brasileiros em "inimigos do povo" por meio de discursos que questionam o uso de dinheiro público e promovem a "desaparição da verdade".
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