A guerra entre Rússia e Ucrânia, que se estende por quase quatro anos, tem sido marcada por uma escalada tecnológica que redefine o campo de batalha. O conflito, que não apresenta sinais de resolução diplomática, vê a introdução de mísseis avançados, como o ucraniano Flamingo e o russo Oreshnik, capazes de ataques de longo alcance e alta velocidade. Além disso, a chegada de jatos F-16 para a Ucrânia e o uso massivo de drones para vigilância e ataques kamikaze sublinham a crescente dependência de tecnologias de ponta.
A inteligência artificial e a conectividade via satélite, como o Starlink, tornaram-se elementos cruciais para a navegação de drones e a eficácia das operações militares. A Ucrânia, em particular, tem investido na ampliação de sua indústria de armas doméstica para sustentar o esforço de guerra e compensar a perda de território, enquanto a Rússia também aposta na formação de Forças de Sistemas Não Tripulados, indicando que a inovação tecnológica será um fator determinante no desfecho do conflito.
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