Vídeo contradiz versão oficial sobre agente que atirou em professora em operação de imigração
Imagens de câmeras corporais revelam que um agente da Patrulha de Fronteira dos EUA atirou várias vezes contra uma professora durante uma operação de imigração, contradizendo a versão oficial de legítima defesa e levantando questões sobre a conduta policial.
Pontos principais
- Vídeos de câmeras corporais divulgados por promotores federais mostram um agente da Patrulha de Fronteira atirando múltiplas vezes contra a professora Marimar Martinez em outubro de 2025.
- As imagens contradizem a versão do governo Trump de que Martinez avançou com o carro contra os agentes e que o disparo foi em legítima defesa.
- Agentes foram ouvidos dizendo 'hora de ficar agressivo' antes do incidente, e o agente Charles Exum disparou cinco vezes após uma batida entre os veículos.
- Martinez, que sobreviveu, foi inicialmente acusada de obstrução, mas as acusações foram retiradas; o Departamento de Segurança Interna a classificou como 'terrorista doméstica'.
- Evidências adicionais incluem Exum se gabando de sua pontaria e um e-mail de um oficial elogiando seu 'excelente serviço' após o tiroteio, com a professora planejando uma ação civil.
Promotores federais dos EUA divulgaram vídeos de câmeras corporais que mostram um agente da Patrulha de Fronteira atirando várias vezes contra a professora Marimar Martinez durante uma operação de imigração em Chicago, em outubro de 2025. As imagens contradizem a versão oficial do governo Trump, que alegava legítima defesa após Martinez supostamente avançar com seu carro contra os agentes. Antes do incidente, agentes foram ouvidos dizendo 'hora de ficar agressivo', e o agente Charles Exum disparou cinco vezes após uma colisão entre os veículos.
Martinez, que sobreviveu aos ferimentos, foi inicialmente acusada de obstrução, mas as acusações foram posteriormente retiradas. Apesar disso, o Departamento de Segurança Interna a classificou como 'terrorista doméstica'. A divulgação dos vídeos, solicitada pela professora após mortes de manifestantes em Minneapolis, é crucial para o caso, especialmente diante de evidências como Exum se gabando de sua pontaria e um e-mail de um oficial elogiando seu 'excelente serviço' após o tiroteio. O advogado de Martinez planeja agora uma ação civil.
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