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Rússia acusa Ucrânia e Polônia por tentativa de assassinato de general em Moscou

A Rússia alega que a Ucrânia, com apoio da Polônia, orquestrou a tentativa de assassinato do tenente-general Vladimir Alekseyev em Moscou, prendendo o suposto autor e cúmplices.

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Foto: G1 Mundo
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09/02 às 04:01 · atualizado 12:02

Pontos principais

  • O Serviço Federal de Segurança (FSB) da Rússia acusou a Ucrânia e a Polônia pela tentativa de assassinato do tenente-general Vladimir Alekseyev.
  • O principal suspeito, Lyubomir Korba, cidadão russo nascido na Ucrânia, foi detido em Dubai e extraditado para Moscou, alegadamente sob instruções dos serviços de inteligência ucranianos.
  • Alekseyev, primeiro vice-chefe da inteligência militar russa (GRU), foi baleado em Moscou, mas já recuperou a consciência.
  • O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, descreveu o incidente como um aparente "ato terrorista" da Ucrânia.
  • Kiev nega envolvimento no atentado, que ocorre um dia após negociações de paz entre Rússia, Ucrânia e EUA em Abu Dhabi.

A Rússia, através do Serviço Federal de Segurança (FSB), acusou formalmente a Ucrânia e a Polônia de estarem por trás da tentativa de assassinato do tenente-general Vladimir Alekseyev em Moscou. O principal suspeito, Lyubomir Korba, um cidadão russo de origem ucraniana, foi detido em Dubai e extraditado para a capital russa, com o Comitê de Investigação da Rússia afirmando que ele agiu sob instruções dos serviços de inteligência ucranianos. Alekseyev, primeiro vice-chefe da inteligência militar russa (GRU), foi baleado e hospitalizado, mas já se recuperou. O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, classificou o incidente como um "ato terrorista" da Ucrânia, visando sabotar negociações de paz.

Este incidente ocorre em um momento delicado, um dia após negociações entre Rússia, Ucrânia e Estados Unidos em Abu Dhabi para tentar encerrar o conflito. Kiev nega qualquer envolvimento no atentado, mas a Rússia tem consistentemente atribuído à Ucrânia a responsabilidade por ataques a altos oficiais militares e figuras públicas desde o início da guerra, reforçando a tensão e a desconfiança mútua entre os países.

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