A Otan iniciou a missão "Sentinela do Ártico" para fortalecer a defesa e vigilância polar, respondendo à atividade russa/chinesa e tensões com Trump sobre a Groenlândia.
A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) lançou a missão "Sentinela do Ártico" (também referida como "Arctic Sentry") para fortalecer suas capacidades militares e de vigilância na região polar. A iniciativa visa responder à crescente atividade militar da Rússia e ao interesse da China no Extremo Norte, além de abordar as tensões recentes entre o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, e a Europa, relacionadas às suas ameaças sobre a Groenlândia. A decisão de planejar a missão surgiu após conversas entre Trump e o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, em Davos, buscando atenuar as tensões internas na aliança.
A missão deverá envolver exercícios militares, intensificação da vigilância e o envio de embarcações e drones, focando na otimização dos recursos já existentes da aliança na área. A operação coordenará o aumento da presença militar dos aliados, incluindo exercícios como o "Resistência Ártica na Groenlândia" (ou "Arctic Endurance on Greenland"), liderado pela Dinamarca, e a presença de tropas de países da Otan na Groenlândia para defender a soberania do território. O general Alexus G. Grynkewich destacou o compromisso da aliança em proteger seus membros e manter a estabilidade no Ártico, com o ministro da Defesa britânico, John Healey, confirmando o papel vital das Forças Armadas britânicas na missão. A Força Expedicionária Conjunta (JEF), liderada pelo Reino Unido, planeja uma grande atividade militar no Extremo Norte em setembro.
InfoMoney • 11 fev, 09:54
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