Zuckerberg nega desenvolver redes sociais para viciar jovens em telas
Mark Zuckerberg, CEO da Meta, negou em julgamento que a empresa desenvolva redes sociais para viciar jovens, apesar de ser confrontado com evidências internas e processos judiciais que alegam danos à saúde mental de usuários menores de idade.
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19/02 às 10:52
Pontos principais
- Mark Zuckerberg negou repetidamente que a Meta vise viciar jovens em suas plataformas durante um julgamento histórico sobre vício em redes sociais.
- O CEO foi confrontado com evidências, incluindo documentos internos da Meta, que sugerem que usuários menores de 13 anos são um público importante.
- O julgamento envolve uma mulher que alega que o Instagram e o YouTube prejudicaram sua saúde mental na infância, alimentando depressão e pensamentos suicidas.
- Meta e Google negam as alegações, enquanto Snap e TikTok fizeram acordos pré-julgamento.
- Documentos internos revelaram discussões sobre o aumento do tempo de uso e a dificuldade de aplicar limites de idade, com Zuckerberg atribuindo a responsabilidade aos fabricantes de dispositivos.
- Este é o primeiro testemunho de Zuckerberg em tribunal sobre o impacto do Instagram na saúde mental de jovens, com o caso servindo de teste para milhares de ações semelhantes nos EUA.
- A Meta enfrenta uma onda de processos e uma reação global sobre os efeitos das redes sociais em jovens, com vários países e estados considerando ou implementando restrições de idade.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Mark Zuckerberg (presidente-executivo da Meta Platforms)Mark Lanier (advogado)Nick Clegg (ex-vice-presidente de assuntos globais da Meta)Paul Schmidt (advogado da Meta)Matthew Bergman (advogado)Adam Mosseri (chefe do Instagram)
Organizações
Meta PlatformsFacebookInstagramGoogleYouTubeSnapTikTokCongresso dos EUAAlphabetReuters
Lugares
CalifórniaLos AngelesPortugalEspanhaReino UnidoAustráliaFlóridaEUA
