Zuckerberg nega desenvolver redes sociais para viciar jovens em telas
19 de fevereiro, 2026 às 10:52
Agência Brasil - EBC
Resumo
Mark Zuckerberg, CEO da Meta, negou em julgamento que a empresa desenvolva redes sociais para viciar jovens, apesar de ser confrontado com evidências internas e processos judiciais que alegam danos à saúde mental de usuários menores de idade.
Pontos principais
- Mark Zuckerberg negou repetidamente que a Meta vise viciar jovens em suas plataformas durante um julgamento histórico sobre vício em redes sociais.
- O CEO foi confrontado com evidências, incluindo documentos internos da Meta, que sugerem que usuários menores de 13 anos são um público importante.
- O julgamento envolve uma mulher que alega que o Instagram e o YouTube prejudicaram sua saúde mental na infância, alimentando depressão e pensamentos suicidas.
- Meta e Google negam as alegações, enquanto Snap e TikTok fizeram acordos pré-julgamento.
- Documentos internos revelaram discussões sobre o aumento do tempo de uso e a dificuldade de aplicar limites de idade, com Zuckerberg atribuindo a responsabilidade aos fabricantes de dispositivos.
- Este é o primeiro testemunho de Zuckerberg em tribunal sobre o impacto do Instagram na saúde mental de jovens, com o caso servindo de teste para milhares de ações semelhantes nos EUA.
- A Meta enfrenta uma onda de processos e uma reação global sobre os efeitos das redes sociais em jovens, com vários países e estados considerando ou implementando restrições de idade.
Entidades mencionadas
Pessoas
Mark Zuckerberg (presidente-executivo da Meta Platforms)
Mark Lanier (advogado)
Nick Clegg (ex-vice-presidente de assuntos globais da Meta)
Paul Schmidt (advogado da Meta)
Matthew Bergman (advogado)
Adam Mosseri (chefe do Instagram)
Organizações
Meta Platforms
Facebook
Instagram
Google
YouTube
Snap
TikTok
Congresso dos EUA
Alphabet
Reuters
Lugares
Califórnia
Los Angeles
Portugal
Espanha
Reino Unido
Austrália
Flórida
EUA
