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Zuckerberg: Meta não desenvolve mais aplicativos para maximizar o tempo de tela

18 de fevereiro, 2026 às 17:22
InfoMoney

Resumo

Mark Zuckerberg, CEO da Meta, testemunhou em tribunal negando ter enganado o Congresso sobre o design de plataformas para maximizar o tempo de tela, em um julgamento sobre o vício de jovens em redes sociais e seus impactos na saúde mental.

Pontos principais

  • Mark Zuckerberg negou em tribunal ter enganado o Congresso sobre o design das plataformas da Meta para maximizar o tempo de tela.
  • O julgamento em Los Angeles aborda acusações de que as redes sociais da Meta prejudicam a saúde mental de jovens, podendo resultar em indenizações.
  • Um advogado apresentou e-mails de 2014-2015 onde Zuckerberg planejava aumentar o tempo de uso do aplicativo em margens de dois dígitos.
  • Zuckerberg afirmou que a Meta mudou sua abordagem em relação às metas de tempo de tela, apesar de ter tido tais objetivos anteriormente.
  • O processo é um caso teste para milhares de ações judiciais nos EUA contra empresas de tecnologia por impactos na saúde mental de jovens.
  • Países como Austrália e Flórida (EUA) já implementaram restrições de idade para acesso a redes sociais.
  • Documentos internos da Meta e pesquisas indicam que a empresa tinha conhecimento dos potenciais danos de suas plataformas na saúde mental de adolescentes.

Entidades mencionadas

Pessoas
Mark Zuckerberg (presidente-executivo da Meta Platforms)
Mark Lanier (advogado)
Adam Mosseri (chefe do Instagram)
Organizações
Meta Platforms
Reuters
Google
Academia Nacional de Ciências dos EUA
Alphabet
Snap
TikTok
Lugares
Los Angeles
Califórnia
Austrália
Espanha
EUA
Flórida