Warsh pode querer um balanço patrimonial menor para o Fed, mas é difícil de conseguir
17 de fevereiro, 2026 às 11:23
InfoMoney
Resumo
Kevin Warsh, indicado para liderar o Federal Reserve, pode desejar um balanço patrimonial menor para o banco central, mas a redução é improvável sem grandes alterações no sistema financeiro e regulatório, devido à dependência do sistema bancário por grandes quantidades de liquidez.
Pontos principais
- Kevin Warsh, indicado para presidir o Fed, almeja um balanço patrimonial menor, mas isso é difícil de ser alcançado sem mudanças significativas no sistema financeiro.
- O sistema atual do Fed para política monetária exige que os bancos mantenham grandes volumes de dinheiro, limitando a redução das reservas.
- Analistas da BMO Capital Markets e economistas como Stephen Cecchetti e Kermit Schoenholtz concordam que a redução exige reformas regulatórias e pode gerar volatilidade nos mercados.
- Warsh, crítico do Fed, foi escolhido pelo governo Trump para suceder Jerome Powell e questiona o uso de títulos e dinheiro em caixa como ferramenta de política monetária.
- O Fed utilizou a compra agressiva de títulos para acalmar mercados e estimular a economia, elevando as reservas para US$9 trilhões em 2022.
- O aperto quantitativo, iniciado em 2022, visava remover o excesso de liquidez e foi concluído no final do ano passado, reduzindo as participações do Fed para US$6,7 trilhões.
Entidades mencionadas
Pessoas
Kevin Warsh (indicado para liderar o Federal Reserve, ex-diretor do Fed)
Jerome Powell (atual presidente do Fed)
Stephen Cecchetti (economista da Brandeis University)
Kermit Schoenholtz (economista da New York University)
Organizações
Federal Reserve (Fed)
BMO Capital Markets
Brandeis University
New York University
Lugares
Estados Unidos
