Vinho brasileiro deve ser protegido da concorrência em acordo UE-Mercosul por meio de salvaguardas, diz Alckmin
O presidente em exercício Geraldo Alckmin defende a proteção do vinho brasileiro no acordo Mercosul-UE por meio de salvaguardas, que permitirão suspender temporariamente vantagens tarifárias em caso de problemas.
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19/02 às 18:51
Pontos principais
- Geraldo Alckmin afirmou que os vinhos brasileiros devem ser protegidos no acordo Mercosul-UE através de salvaguardas.
- O presidente Lula regulamentará as salvaguardas por decreto, permitindo a suspensão de benefícios tarifários em caso de aumento de imposto de exportação ou outros problemas.
- A União Europeia já aprovou a regulamentação de salvaguardas para o bloco, com limites para investigação de aumento de importações de produtos sensíveis.
- Especialistas avaliam que o acordo pode baratear vinhos europeus no Brasil e ampliar a oferta, mas a redução de preços será gradual.
- Produtores de vinho brasileiros, concentrados no Rio Grande do Sul, terão tempo para se adaptar, pois a tarifa levará anos para ser zerada.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Geraldo Alckmin (presidente em exercício e ministro da Indústria)Lula (presidente)Roberto Kanter (professor de MBAs da FGV)José Niemeyer (professor de Relações Internacionais do Ibmec-RJ)Marcos Troyjo (economista)
Organizações
MercosulUnião EuropeiaPSBMinistério do DesenvolvimentoItamaratyCasa CivilInternational Organisation of Vine and Wine (OIV)FGVIbmec-RJ
Lugares
BrasilRio Grande do SulEuropaItáliaFrançaEspanha
