Vinho brasileiro deve ser protegido da concorrência em acordo UE-Mercosul por meio de salvaguardas, diz Alckmin
19 de fevereiro, 2026 às 18:51
G1 Política
Resumo
O presidente em exercício Geraldo Alckmin defende a proteção do vinho brasileiro no acordo Mercosul-UE por meio de salvaguardas, que permitirão suspender temporariamente vantagens tarifárias em caso de problemas.
Pontos principais
- Geraldo Alckmin afirmou que os vinhos brasileiros devem ser protegidos no acordo Mercosul-UE através de salvaguardas.
- O presidente Lula regulamentará as salvaguardas por decreto, permitindo a suspensão de benefícios tarifários em caso de aumento de imposto de exportação ou outros problemas.
- A União Europeia já aprovou a regulamentação de salvaguardas para o bloco, com limites para investigação de aumento de importações de produtos sensíveis.
- Especialistas avaliam que o acordo pode baratear vinhos europeus no Brasil e ampliar a oferta, mas a redução de preços será gradual.
- Produtores de vinho brasileiros, concentrados no Rio Grande do Sul, terão tempo para se adaptar, pois a tarifa levará anos para ser zerada.
Entidades mencionadas
Pessoas
Geraldo Alckmin (presidente em exercício e ministro da Indústria)
Lula (presidente)
Roberto Kanter (professor de MBAs da FGV)
José Niemeyer (professor de Relações Internacionais do Ibmec-RJ)
Marcos Troyjo (economista)
Organizações
Mercosul
União Europeia
PSB
Ministério do Desenvolvimento
Itamaraty
Casa Civil
International Organisation of Vine and Wine (OIV)
FGV
Ibmec-RJ
Lugares
Brasil
Rio Grande do Sul
Europa
Itália
França
Espanha
