Vaticano diz que não participará do “Conselho da Paz” de Trump
18 de fevereiro, 2026 às 09:02
InfoMoney
Resumo
O Vaticano anunciou que não participará do "Conselho da Paz" proposto pelo presidente dos EUA, Donald Trump, argumentando que a gestão de crises internacionais deve ser responsabilidade das Nações Unidas.
Pontos principais
- O Vaticano recusou o convite para integrar o "Conselho da Paz" de Donald Trump, citando sua natureza particular e a primazia da ONU na gestão de crises.
- O cardeal Pietro Parolin enfatizou que a ONU deve ser a principal entidade a gerenciar situações de crise internacional.
- O conselho, presidido por Trump, foi inicialmente planejado para supervisionar a governança temporária de Gaza após um cessar-fogo e seria expandido para conflitos globais.
- Críticos, incluindo especialistas em direitos humanos, veem o conselho como uma estrutura colonial e questionam a ausência de representantes palestinos.
- A Itália e a União Europeia planejam participar como observadores, enquanto aliados ocidentais dos EUA se mantiveram afastados.
- O conflito em Gaza resultou em mais de 72.000 mortes e uma crise humanitária, com acusações de genocídio por parte de especialistas e investigações da ONU.
Entidades mencionadas
Pessoas
Donald Trump (presidente dos Estados Unidos)
Pietro Parolin (cardeal, principal diplomata do Vaticano)
Papa Leão 14 (primeiro papa norte-americano)
Organizações
Vaticano
Nações Unidas
União Europeia
Hamas
Lugares
Washington
Gaza
Itália
Oriente Médio
Israel
