Três mulheres são condenadas por fraude milionária contra o INSS usando 'fábrica' de documentos falsos
Três mulheres foram condenadas pela Justiça Federal no Espírito Santo por uma fraude milionária contra o INSS, utilizando uma "fábrica" de documentos falsos para obter benefícios indevidos, com penas que chegam a nove anos de prisão e a determinação de devolução de mais de R$ 4,5 milhões.
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05/02 às 19:16
Pontos principais
- Três mulheres foram condenadas por fraude milionária contra o INSS no Espírito Santo, com penas de prisão de até nove anos.
- O esquema envolvia a criação de uma "fábrica" de documentos falsos, como certidões de nascimento, CPFs e títulos de eleitor de pessoas inexistentes.
- As investigações da Polícia Federal apontaram fraude em pelo menos 58 benefícios, causando um prejuízo estimado em mais de R$ 7 milhões.
- As rés, Sandra Maria Pereira de Oliveira, Ilma Itamar dos Santos e Graziela Conceição Lobato Falagan, foram denunciadas por estelionato previdenciário.
- A Justiça Federal determinou a devolução de R$ 4.568.451,16 aos cofres públicos, com valores específicos para cada condenada.
- O esquema operou por cerca de sete anos, entre 2012 e 2019, e as identidades falsas eram registradas como de pessoas não alfabetizadas para facilitar saques.
- A rede era liderada por Graziela Falagan, com Ilma Itamar dos Santos atuando no braço operacional dos saques bancários.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Sandra Maria Pereira de OliveiraIlma Itamar dos SantosGraziela Conceição Lobato FalaganFlávia Rocha Garcia (juíza)
Organizações
Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)Justiça FederalPolícia FederalMinistério Público Federal (MPF)2ª Vara Federal Criminal de Vitória
Lugares
Espírito SantoVitória
