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Transporte público tem adesão quase total à greve geral contra reforma na Argentina

19 de fevereiro, 2026 às 11:11
InfoMoney

Resumo

A Argentina enfrenta uma greve geral de 24 horas com quase total adesão do transporte público em protesto contra a reforma trabalhista em discussão no Congresso.

Pontos principais

  • Ruas de Buenos Aires e outras cidades argentinas amanheceram sem transporte público devido à greve geral.
  • A paralisação de 24 horas é contra o projeto de reforma trabalhista que está sendo debatido na Câmara.
  • Não há circulação de trens e metrô, e poucos ônibus estão operando.
  • 255 voos da Aerolíneas Argentinas foram suspensos, afetando 31.000 passageiros e gerando perdas estimadas em US$ 3 milhões.
  • A greve foi convocada pela Confederação Geral do Trabalho (CGT) e outros sindicatos importantes.
  • A paralisação coincide com o dia em que deputados debatem e votam a reforma trabalhista, já aprovada pelo Senado.
  • O governo acionou o protocolo antipiquetes para impedir aglomerações próximas ao Congresso durante as manifestações previstas.

Entidades mencionadas

Organizações
Aerolíneas Argentinas
Confederação Geral do Trabalho (CGT)
Câmara
Senado
Lugares
Buenos Aires
Argentina
Congresso