STF segue sob tensão após críticas a Fachin por demora em divulgar nota sobre relatório de CPI
O STF enfrenta tensão interna e externa após críticas ao ministro Edson Fachin pela demora em divulgar uma nota sobre o relatório da CPI do Crime Organizado, que pedia o indiciamento de ministros, enquanto o presidente Lula tenta evitar mais ruídos na relação entre o Judiciário e o Legislativo.
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17/04 às 10:32
Pontos principais
- O presidente do STF, Edson Fachin, foi criticado por colegas por suposta demora em reagir ao relatório da CPI do Crime Organizado.
- O relatório do senador Alessandro Vieira pedia o indiciamento dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes.
- Fachin defendeu sua atuação, afirmando ter tratado do assunto e conversado com colegas e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, buscando uma solução institucional.
- Interlocutores de Fachin argumentam que ele agiu para evitar uma escalada na crise entre STF e Senado.
- O presidente Lula expressou preocupação com a ação de Gilmar Mendes contra Alessandro Vieira, temendo impactos na sabatina de Jorge Messias.
- O governo espera que o PGR Paulo Gonet arquive o pedido de Gilmar Mendes para encerrar o conflito.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Edson Fachin (presidente do Supremo Tribunal Federal)Alessandro Vieira (senador)Dias Toffoli (ministro do STF)Alexandre de Moraes (ministro do STF)Gilmar Mendes (ministro do STF)Davi Alcolumbre (presidente do Senado)Lula (presidente do Brasil)Jorge MessiasPaulo Gonet (procurador-geral da República)
Organizações
Supremo Tribunal Federal (STF)CPI do Crime OrganizadoSenado FederalPalácio do PlanaltoComissão de Constituição e Justiça
Lugares
Brasil
