‘Sem o impeachment de Dilma, Bolsonaro não teria sido presidente’, diz Eduardo Cunha
Eduardo Cunha, pré-candidato a deputado federal, afirma que o impeachment de Dilma Rousseff, conduzido por ele em 2016, foi crucial para a ascensão de Jair Bolsonaro à presidência e da direita no Brasil.
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14/04 às 11:47
Pontos principais
- Eduardo Cunha reivindica a responsabilidade pela força atual da direita no Brasil.
- Ele afirma que o processo de impeachment de Dilma Rousseff, que ele conduziu em 2016, abriu caminho para a oposição chegar ao poder.
- Cunha declara que, sem o impeachment, Jair Bolsonaro não teria sido presidente e outros expoentes da direita não teriam proeminência.
- O ex-deputado não se arrepende de ter aberto o processo de impeachment e pretende usar essa experiência em sua campanha para retornar à Câmara.
- Ele menciona que ainda é reconhecido nas ruas por sua atuação na queda de Dilma, com a maioria das opiniões sendo favoráveis.
- Cunha reforça que foi o único a tirar o PT do poder e que seu ato foi determinante para os acontecimentos políticos subsequentes.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Eduardo Cunha (pré-candidato a deputado federal, ex-presidente da Câmara)Dilma Rousseff (ex-chefe do Planalto)Jair Bolsonaro (ex-presidente da República)Fernando Haddad (político)Lula (político)
Organizações
Câmara dos DeputadosO TempoPT
Lugares
Minas GeraisPlanalto
