“Sem interoperabilidade, criam-se ilhas”, diz CEO da CSD BR, candidata a virar Bolsa
20 de fevereiro, 2026 às 07:15
InfoMoney
Resumo
Edivar Queiroz, CEO da CSD BR, defende a interoperabilidade entre as infraestruturas de mercado para fomentar a concorrência e a eficiência no mercado de capitais brasileiro, comparando-a à evolução do setor de telecomunicações.
Pontos principais
- A interoperabilidade é crucial para evitar a fragmentação do mercado e promover a concorrência entre as infraestruturas financeiras.
- Edivar Queiroz, CEO da CSD BR, utiliza a analogia do setor de telecomunicações para explicar os benefícios da interoperabilidade no mercado de capitais.
- Apesar de prevista em normas, a interoperabilidade entre depositárias ainda não é amplamente implementada no Brasil, limitando a escolha do investidor e a eficiência do mercado.
- Novos players como CSD BR, Base Exchange e A5X buscam competir com a B3, e a interoperabilidade é vista como chave para viabilizar essa concorrência sem comprometer a liquidez.
- A CSD BR foca na redução de custos e no desenvolvimento de tecnologia própria, buscando se consolidar como uma infraestrutura completa de mercado.
- A empresa já possui autorização para atuar como depositária e câmara de liquidação, aguardando a licença de contraparte central (CCP) para operar como bolsa plena.
- A CSD BR tem concentrado esforços em renda fixa e derivativos, com crescimento nos volumes de liquidação e participação no mercado de swaps de balcão.
Entidades mencionadas
Pessoas
Edivar Queiroz (CEO da CSD BR)
Organizações
CSD BR
Banco Central
CVM
Base Exchange
Mubadala
Americas Trading Group
A5X
B3
Lugares
Brasil
