'Saí do emprego para buscar justiça para as vítimas de Epstein'
Uma escritora americana largou o emprego para liderar um esforço de jornalismo cidadão, envolvendo mais de mil voluntários globais, para analisar milhões de documentos do caso Epstein e buscar justiça para as vítimas.
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08/03 às 03:00
Pontos principais
- Ellie Leonard, uma escritora, deixou seu emprego para se dedicar à análise dos documentos do caso Epstein, motivada por justiça social e oposição às políticas de Donald Trump.
- Ela lidera um grupo de mais de mil "jornalistas cidadãos" de diversos países, que se uniram para examinar os 3,5 milhões de páginas, 180 mil imagens e 2 mil vídeos divulgados.
- O último lote de documentos, publicado em 30 de janeiro, incluiu nomes conhecidos como Richard Branson, Bill Gates e Elon Musk, sem implicar irregularidades.
- Leonard utiliza sua experiência em simplificar documentos políticos complexos para ajudar na compreensão dos arquivos de Epstein e validar as histórias das sobreviventes.
- A abordagem do grupo difere da mídia tradicional, focando em detalhes menores e comunicações internas para preencher lacunas e confirmar cronogramas.
- A sobrevivente Maria Farmer teve sua denúncia ao FBI de 1996 confirmada pelos arquivos, sentindo-se "redimida" após quase 30 anos.
- Leonard vê seu trabalho como uma forma de "responsabilização" e busca trazer conclusões e justiça para as vítimas.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Ellie Leonard (escritora)Jeffrey EpsteinDonald Trump (presidente americano)Richard Branson (empresário)Bill Gates (empresário)Elon Musk (empresário)Annie Farmer (sobrevivente de Epstein)Maria Farmer (irmã de Annie Farmer)
Organizações
FBIg1WhatsAppBBCDepartamento de Justiça americanoReutersGetty Images
Lugares
Estados UnidosCoreia do SulNoruega
