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Rui Costa evita comentar saída de Toffoli e diz ser “prematuro” falar sobre Master

13 de fevereiro, 2026 às 17:09
InfoMoney

Resumo

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, evitou comentar a saída de Dias Toffoli da relatoria do caso Banco Master e defendeu suas ações como governador da Bahia em relação a transações com Augusto Lima, um dos sócios investigados.

Pontos principais

  • Rui Costa, ministro da Casa Civil, recusou-se a comentar a saída de Dias Toffoli da relatoria do caso Banco Master, classificando especulações como "prematuras".
  • Dias Toffoli solicitou a redistribuição do processo do Banco Master, que foi então atribuído a André Mendonça por sorteio.
  • A decisão de Toffoli ocorreu no dia em que o STF discutiria um pedido de suspeição contra ele pela Polícia Federal.
  • Costa foi questionado sobre ligações de membros do PT da Bahia com Augusto Lima, sócio do Banco Master.
  • O ministro admitiu ter feito negócios com Augusto Lima como governador da Bahia, vendendo a estatal Ebal e incluindo o CredCesta na operação.
  • Ele justificou a venda da Ebal, que estava falida, e a inclusão do CredCesta como forma de viabilizar a transação.

Entidades mencionadas

Pessoas
Rui Costa (ministro da Casa Civil)
Dias Toffoli (ministro do Supremo Tribunal Federal)
André Mendonça (ministro do Supremo Tribunal Federal)
Edson Fachin (presidente da Corte)
Augusto Lima (sócio do Banco Master)
Organizações
Casa Civil
Supremo Tribunal Federal (STF)
Banco Master
Polícia Federal
Ministério Público
Ebal
PT
Lugares
Salvador
Bahia