RJ: Bloco Mulheres Rodadas volta a discutir violência contra a mulher
18 de fevereiro, 2026 às 13:48
Agência Brasil - EBC
Resumo
O Bloco Mulheres Rodadas desfilou no Rio de Janeiro com performances e fantasias que abordam a violência contra a mulher, o feminicídio e a transfobia, destacando a importância de políticas públicas e da união feminina.
Pontos principais
- O Bloco Mulheres Rodadas desfilou no Rio de Janeiro com o tema da luta contra a violência feminina.
- A pernalta Luciana Peres fez referência às tentativas de assassinato sofridas por Maria da Penha Fernandes e à Lei Maria da Penha.
- O bloco aborda assédio, violência doméstica e feminicídio desde 2015, utilizando fantasias e performances.
- Em 2025, o Brasil registrou um recorde de feminicídios, com 1.518 vítimas, segundo o Ministério da Justiça e da Segurança Pública.
- A lista de músicas do bloco inclui composições de mulheres e que exaltam a condição feminina, como Chiquinha Gonzaga e Anita.
- A pernalta francesa Lucie Cayrol homenageou a advogada Gisèle Halimi e lembrou o caso de Gisèle Pelicot, vítima de violência na França.
- A coordenadora Renata Rodrigues ressalta a atualidade do tema e a necessidade de apoio público e privado para a mensagem do bloco.
Entidades mencionadas
Pessoas
Luciana Peres (pernalta e acrobata)
Maria da Penha Fernandes (farmacêutica)
Chico Buarque
Simone Ferreira (regente e coordenadora de percussão)
Chiquinha Gonzaga
Anita
Pablo Vittar
Luiz Caldas
Fafá de Belém
Britney Spears
Cyndi Lauper
Lucie Cayrol (pernalta francesa)
Gisèle Halimi (advogada franco-tunisiana)
Gisèle Pelicot
Renata Rodrigues (coordenadora do bloco, jornalista)
Raul Santiago (folião)
Organizações
Bloco Mulheres Rodadas
Ministério da Justiça e da Segurança Pública
Agência Brasil
Lugares
Rio de Janeiro
Zona Sul (Rio de Janeiro)
Flamengo (Rio de Janeiro)
Largo do Machado (Rio de Janeiro)
Santa Teresa (Rio de Janeiro)
Brasil
Toulouse
França
