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Raízen: perda de R$ 15,6 bi e volatilidade da ação – o que há por trás dos resultados

13 de fevereiro, 2026 às 13:09
InfoMoney

Resumo

A Raízen registrou um prejuízo líquido de R$ 15,65 bilhões no terceiro trimestre da safra 2025/2026, impactando a volatilidade de suas ações e levando a empresa a buscar alternativas estruturais e injeção de capital dos acionistas controladores.

Pontos principais

  • A Raízen (RAIZ4) reportou um prejuízo líquido de R$ 15,65 bilhões no 3T da safra 2025/2026, seis vezes maior que no ano anterior.
  • O EBITDA ajustado da empresa caiu 3,3% para R$ 3,15 bilhões e a receita líquida diminuiu 9,7% para R$ 60,4 bilhões.
  • A dívida líquida da Raízen atingiu R$ 55,3 bilhões, um aumento de 43,3% em relação ao mesmo período de 2024.
  • A empresa atribui o desempenho a um ambiente macroeconômico adverso e está avaliando alternativas estruturais e interagindo com investidores.
  • Cosan e Shell, acionistas controladores, comprometeram-se a contribuir com capital para resolver os problemas financeiros da Raízen.
  • A XP destacou que os resultados frustraram o mercado devido a ajustes que obscurecem os números e a falta de clareza sobre o plano de reestruturação.
  • O Bradesco BBI mantém recomendação de 'outperform', mas ressalta que a dívida líquida continua sendo um desafio e que a venda de ativos e injeção de capital são temas centrais.

Entidades mencionadas

Pessoas
Nelson Gomes (CEO da Raízen)
Phillipe Casale (diretor de Relações com Investidores da Raízen)
Organizações
Raízen
Cosan
Shell
XP
Bradesco BBI