Presidente de Cuba diz que não renunciará por pressão do governo Trump
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, afirmou em entrevista que não renunciará ao cargo devido à pressão do governo Trump e defendeu um diálogo entre iguais com os Estados Unidos.
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10/04 às 06:27
Pontos principais
- Miguel Díaz-Canel rejeitou a pressão do governo Trump para sua renúncia, afirmando que só prestará contas ao povo cubano.
- A ilha comunista enfrenta forte pressão econômica e diplomática dos EUA, incluindo o endurecimento do embargo e exigências de transição política.
- Díaz-Canel criticou a falta de autoridade moral dos EUA para impor mudanças em Cuba, atribuindo a crise atual ao embargo e à baixa produtividade interna.
- O presidente Trump manifesta abertamente a ideia de "tomar" Cuba, e seu governo classifica o regime cubano como uma "ameaça" à segurança nacional.
- O secretário de Estado Marco Rubio, de origem cubana, negou ter pedido a renúncia de Díaz-Canel, mas defende mudanças políticas profundas.
- Cuba propõe um diálogo sem condições sobre qualquer tema, sem exigir mudanças nos sistemas políticos de ambos os países.
- Apesar da tensão, os EUA permitiram recentemente o desembarque de petróleo de um navio-tanque russo em Cuba.
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Pessoas
Miguel Díaz-Canel (presidente de Cuba)Donald Trump (presidente dos EUA)Marco Rubio (secretário de Estado)Josefina Vidal (vice-chanceler cubana)
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