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Polícia Federal arquiva notícia-crime da Refit contra diretores da ANP e afasta tese de perseguição

A Polícia Federal arquivou a notícia-crime apresentada pela Refit contra diretores da ANP, afastando a tese de perseguição e confirmando a legalidade da fiscalização que interditou a refinaria por inconformidades e riscos de segurança.

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14/04 às 13:39

Pontos principais

  • A Polícia Federal (PF) arquivou a notícia-crime da Refit contra os diretores da ANP, Pietro Mendes e Symone Araújo.
  • A Refit acusava os diretores de abuso de autoridade e prevaricação após uma fiscalização que resultou na interdição da refinaria.
  • A investigação da PF concluiu que não houve ilegalidade nos atos dos diretores, e a fiscalização seguiu ritos legais devido a inconformidades operacionais e riscos de segurança.
  • A Advocacia-Geral da União (AGU) também atestou a regularidade administrativa da operação da ANP.
  • A Refit alegava que a interdição visava favorecer a Petrobras, citando um suposto conflito de interesses de Pietro Mendes.
  • A PF descartou a tese de perseguição, afirmando que a operação ocorreu dentro dos limites do poder regulatório e que fiscalizações dependem de superintendências técnicas.
  • O caso foi encerrado sem instauração de inquérito policial, por ausência de materialidade do crime.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Pietro Mendes (diretor da ANP)Symone Araújo (diretora da ANP)Ricardo Magro (empresário)

Organizações

Polícia Federal (PF)Refinaria de Petróleo de Manguinhos (Refit)Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)Advocacia-Geral da União (AGU)Petrobras