PMs são condenados por fraudarem local da morte da jovem Kathlen Romeu
A Justiça do Rio de Janeiro condenou três policiais militares por fraudarem o local da morte de Kathlen Romeu, em junho de 2021, aplicando pena de dois anos e 15 dias de prisão em regime aberto, que foi substituída condicionalmente.
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20/03 às 20:48
Pontos principais
- Sargento Rafael Chaves de Oliveira e cabos Rodrigo Correia de Frias e Marcos Felipe da Silva Salvian foram condenados por fraude no local da morte de Kathlen Romeu.
- A pena imposta foi de dois anos e 15 dias de prisão em regime aberto, além de 15 dias-multa.
- A Justiça concedeu substituição condicional da pena por três anos, com condições a serem fixadas pela Vara de Execuções Penais.
- A decisão da Sexta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça reverteu a absolvição dos policiais pela Justiça Militar no ano anterior.
- Os policiais Rodrigo Frias e Marcos Salvian ainda irão a júri popular, com data a ser definida, acusados da morte de Kathlen Romeu.
- A mãe da vítima, Jackeline Oliveira, criticou a leveza da pena em regime aberto, expressando dor e indignação nas redes sociais.
- Kathlen Romeu, modelo e designer de interiores de 24 anos e grávida de quatro meses, foi morta por um tiro de fuzil durante uma operação policial no Complexo do Lins.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Rafael Chaves de Oliveira (sargento)Rodrigo Correia de Frias (cabo)Marcos Felipe da Silva Salvian (cabo)Kathlen Romeu (jovem)Jackeline Oliveira (mãe de Kathlen Romeu)
Organizações
Justiça do Rio de JaneiroMinistério PúblicoJustiça MilitarSexta Câmara Criminal do Tribunal de JustiçaVara de Execuções Penais
Lugares
Rio de JaneiroComplexo do Lins
