Plano para cobrir prejuízo bilionário do BRB com o Master pode incluir empréstimo e até aporte de acionistas
O Banco de Brasília (BRB) estuda opções como empréstimos ou aportes de acionistas para cobrir um prejuízo bilionário estimado em mais de R$ 3 bilhões, resultante de negociações com o Banco Master, que estão sob investigação por indícios de gestão fraudulenta.
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23/01 às 20:30
Pontos principais
- O BRB avalia tomar empréstimo ou pedir aportes de acionistas para cobrir um rombo bilionário com o Banco Master.
- O plano de capitalização, que pode superar R$ 3 bilhões, será encaminhado ao Banco Central para aprovação.
- As alternativas incluem a criação de um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) com imóveis do GDF, empréstimo do FGC e aporte dos controladores.
- O governo do DF, acionista controlador do BRB, detém 71,92% do capital do banco e já sinalizou apoio.
- As medidas propostas precisarão da aprovação da Câmara Legislativa do DF, caso chanceladas pelo Banco Central.
- O prejuízo decorre de aportes de R$ 16,7 bilhões do BRB no Banco Master entre 2024 e 2025, com indícios de gestão fraudulenta investigados pelo Ministério Público.
- A Polícia Federal apura a aquisição de carteiras de crédito problemáticas do Master e a operação Compliance Zero afastou o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.
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