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PF suspeita de crime financeiro em resort Tayayá, ligado à família de Toffoli

A Polícia Federal investiga supostos crimes financeiros em fundos conectados ao resort Tayayá, que teve familiares do ministro Dias Toffoli como sócios, com foco em transações ligadas ao Banco Master.

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09/03 às 10:42

Pontos principais

  • A Polícia Federal (PF) apura crimes financeiros em fundos associados ao resort Tayayá.
  • Familiares do ministro Dias Toffoli foram sócios do resort por meio da empresa Maridt.
  • A PF busca quebras de sigilo e Relatórios de Inteligência Financeira do Coaf para rastrear os crimes.
  • O fundo Arleen, investigado por fraudes do Banco Master, comprou a participação dos familiares de Toffoli no resort.
  • O advogado Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro (apontado como operador do esquema), é cotista de um fundo ligado ao Arleen.
  • Toffoli, como ministro do STF, não pode ser investigado diretamente pela PF; qualquer suspeita será encaminhada ao ministro André Mendonça.
  • Dias Toffoli deixou a relatoria do caso em fevereiro devido à proximidade familiar com os envolvidos.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Dias Toffoli (ministro do Supremo Tribunal Federal)Fabiano Zettel (advogado, cunhado de Vorcaro)André Mendonça (ministro do STF, relator)Vorcaro

Organizações

Polícia Federal (PF)Supremo Tribunal Federal (STF)Banco MasterConselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf)Procuradoria-Geral da República

Lugares

Tayayá (resort)