Petrobras (PETR4) sobe mais de 20% no ano: o que já está precificado e o que esperar?
As ações da Petrobras (PETR4) registraram fortes ganhos de mais de 20% no ano, impulsionadas principalmente pela alta do petróleo e fluxos de capital estrangeiro, levantando questões sobre o que já está precificado e as expectativas futuras, incluindo riscos e catalisadores como as eleições de 2026.
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30/01 às 12:24
Pontos principais
- As ações da Petrobras (PETR4) subiram mais de 20% no ano, superando pares globais, com os ADRs (PBR) avançando 31%.
- O Goldman Sachs atribui a alta à escalada do preço do petróleo Brent (14% no ano), à exposição da Petrobras à exploração e produção, e ao fluxo de capital estrangeiro para o Brasil.
- A Petrobras é estimada pelo Goldman Sachs a entregar um dividend yield entre 9% e 10% em 2026 e 2027, considerando o preço futuro do petróleo.
- O principal risco para as ações da Petrobras é uma queda no preço do petróleo, caso prêmios geopolíticos e a fraqueza do dólar diminuam em um mercado com excesso de oferta.
- A produção de petróleo da Petrobras deve crescer cerca de 10% em 2026, impulsionada por novos FPSOs e o ramp-up de plataformas, superando as projeções de consenso.
- As eleições nacionais de outubro de 2026 são vistas como um catalisador potencial, onde uma administração mais pró-mercado poderia ser bem recebida pelos investidores.
- O Goldman Sachs mantém recomendação de compra para a Petrobras, com preço-alvo de R$ 35,00 para PETR3 e R$ 32,80 para PETR4, e preferência relativa por PRIO (PRIO3).
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