Papa Leão pede o fim da “loucura da guerra” enquanto EUA e Irã iniciam conversas
O Papa Leão fez um veemente apelo pelo fim da "loucura da guerra" e pelo diálogo, enquanto autoridades dos EUA e Irã se reúnem para discutir o conflito de seis semanas.
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11/04 às 15:53
Pontos principais
- O Papa Leão pediu o fim da "loucura da guerra" e condenou o uso da linguagem religiosa para justificá-la.
- O apelo ocorreu durante uma vigília de oração na Basílica de São Pedro, no mesmo dia em que EUA e Irã iniciaram conversas de paz no Paquistão.
- O papa criticou a "ilusão de onipotência" e a exibição de poder, citando cartas de crianças em zonas de guerra.
- Ele fez referência à oposição da Igreja à invasão do Iraque em 2003 e ao apelo do Papa João Paulo 2º.
- Leão reiterou sua posição de que Deus rejeita orações de líderes que iniciam guerras e têm "mãos cheias de sangue".
- Comentaristas interpretaram declarações anteriores do papa como direcionadas ao secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, que usou linguagem cristã para justificar ataques contra o Irã.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Papa Leão (primeiro papa norte-americano)João Paulo 2º (falecido papa)Pete Hegseth (secretário de Defesa dos EUA)Joshua McElwee
Organizações
ReutersIgreja Católica
Lugares
Cidade do VaticanoPaquistãoBasílica de São PedroIraqueIrãEUAIsrael
